Cotidiano

VÍDEO: muro de escola estadual desaba pela segunda vez no Bairro Moreninhas

O muro da Escola Estadual Valdemir Barros da Silva, que fica aos fundos para a Rua Alto da Serra, no Bairro Moreninhas, desabou durante forte chuva que caiu em Campo Grande, por volta das 17h de quarta-feira (20). É a segunda vez que parte do muro da escola cai. A primeira vez ocorreu em 2018. […]

Gabriel Maymone Publicado em 21/01/2021, às 09h44 - Atualizado às 09h54

Muro de escola estadual no Moreninhas desabou com chuvas. (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)
Muro de escola estadual no Moreninhas desabou com chuvas. (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax) - Muro de escola estadual no Moreninhas desabou com chuvas. (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)

O muro da Escola Estadual Valdemir Barros da Silva, que fica aos fundos para a Rua Alto da Serra, no Bairro Moreninhas, desabou durante forte chuva que caiu em Campo Grande, por volta das 17h de quarta-feira (20). É a segunda vez que parte do muro da escola cai. A primeira vez ocorreu em 2018.

O aposentado Aparecido Carlos, de 82 anos, que mora em frente ao local, estava na calçada de casa e viu quando o muro caiu. “A escola tem uma descida que faz a água parar no muro. Então, a água não escoa e forma infiltração. Quando começou a chuva, o muro começou a trincar e já vi que iria cair”, lembrou.

O trabalhador Elton Roa, 36, funcionário de uma loja de refrigeração que fica em frente à escola, relatou que não é a primeira vez que isso acontece. “Em 2018 foi a primeira vez que caiu. Ontem eu ouvi o barulho, saí e vi o muro caído”, conta.

VÍDEO: muro de escola estadual desaba pela segunda vez no Bairro Moreninhas
Moradores relatam que muros estão com infiltração. (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)

Ele alerta que, caso os reparos necessários não sejam realizados, a situação pode se repetir. “Problema é constante, se não fizer nada vai cair de novo. A rua alaga e as vezes a água entra até nas casas”, diz, lembrando-se de que a empresa em que trabalha já foi invadida pela enxurrada.

Os moradores disseram que não viram equipes do governo no local para iniciar os reparos.

A reportagem tentou contato com a SED (Secretaria Estadual de Educação), mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação.

Jornal Midiamax