Cotidiano

Universidade oferece aconselhamento gratuitamente e on-line para pessoas em luto

A Pastoral Escolar e Universitária da Universidade Metodista de São Paulo está com inscrições abertas para o projeto “Enlutad@s”, grupo de aconselhamento que será disponibilizado de maneira on-line nesta edição. As inscrições vão até o próximo 26 de março próximo. O projeto procura oferecer um espaço para compartilhamento das dores diante da perda por morte, […]

Fábio Oruê Publicado em 15/03/2021, às 18h47

Famílias tem que lidar com a perda de várias pessoas em curto período de tempo. (Foto Ilustrativa)
Famílias tem que lidar com a perda de várias pessoas em curto período de tempo. (Foto Ilustrativa) - Famílias tem que lidar com a perda de várias pessoas em curto período de tempo. (Foto Ilustrativa)

A Pastoral Escolar e Universitária da Universidade Metodista de São Paulo está com inscrições abertas para o projeto “[email protected]”, grupo de aconselhamento que será disponibilizado de maneira on-line nesta edição. As inscrições vão até o próximo 26 de março próximo.

O projeto procura oferecer um espaço para compartilhamento das dores diante da perda por morte, estimulando trocas sem medo, pudor ou julgamentos e com oportunidade de escutar e ser escutado, segundo a organizadora. O [email protected] visa contribuir em tempos de pandemia, quando a morte é solitária e a despedida, em grande parte, se dá sem velório.

Os encontros são semanais, com duração de uma hora e meia pelo Meet. Interessados devem confirmar a inscrição pelo e-mail [email protected] ou [email protected], enviando nome completo, telefone de contato – celular/ WhatsApp, o vínculo de perda e onde visualizou a divulgação. O curso é gratuito.

“Lidamos com perdas em nossas vidas desde o nascimento: do útero como lugar de proteção, do vínculo da amamentação, da infância, da adolescência, da juventude e da fase adulta. Tudo o que perdemos na vida e no decorrer dela, de alguma forma, contribui para nossa construção e formação. Entretanto, a perda pela morte se torna a mais difícil, já que pensamos sempre na perspectiva da vida e temos dificuldade com sua finitude. Por isso, falamos muito pouco ou quase nada sobre morte. Como sociedade, estabelecemos nossa identidade de sucesso a partir dos ganhos e falar sobre perdas pessoais é assumir o fracasso. Sendo assim, nos tornamos mais introspectivos e, dificilmente, compartilhamos nossas dores”, analisa a Pastoral.

Jornal Midiamax