Cotidiano

Secretário de Saúde descarta ‘crise do oxigênio’ em Campo Grande

O secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, afirmou que Campo Grande não corre risco de sofrer com a falta de oxigênio, problema que assola a população de Manaus (AM), após uma explosão de internação por conta da Covid-19, nas últimas semanas. Durante a cerimônia de entrega de uma nova unidade de saúde pública, realizada […]

Gabriel Neves Publicado em 15/01/2021, às 11h55 - Atualizado em 16/01/2021, às 09h53

Secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho. (Foto: Henrique Arakaki/Midiamax)
Secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho. (Foto: Henrique Arakaki/Midiamax) - Secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho. (Foto: Henrique Arakaki/Midiamax)

O secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, afirmou que Campo Grande não corre risco de sofrer com a falta de oxigênio, problema que assola a população de Manaus (AM), após uma explosão de internação por conta da Covid-19, nas últimas semanas.

Durante a cerimônia de entrega de uma nova unidade de saúde pública, realizada nesta sexta-feira (15), no Bairro Aero Rancho, José Mauro Filho, comentou sobre a vacinação em Campo Grande e também sobre o colapso na saúde pública de Manaus, causada pela falta de oxigênio.

Rapidamente, o secretário comentou que Campo Grande não deve passar por situação parecida e que a realidade da capital em relação ao número de leitos é diferente da vivida em Manaus.

“A princípio sem preocupações em relação ao oxigênio aqui em Campo Grande”, falou o secretário durante o evento.

Manaus

Manaus vive, hoje, um colapse na saúde, causada pelo aumento expressivo de internações de pessoas com Covid-19 e a falta de oxigênio para que esses pacientes sejam assistidos.

Em vídeo publicado pelo Porta único, médico e presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, Mário Viana, conta que a situação nos hospitais pede uma ação das autoridades para restabelecer, de forma imediata, o abastecimento na região.

“Vários hospitais já estão com falta de oxigênio e pacientes que necessitam do oxigênio estão sendo ‘ambuzados’ (prática médica que usa um animador manual para simular uma respiração mecânica), mantidos vivos pelo esforço dos profissionais médicos, técnicos e enfermeiros”, disse Viana.

O primeiro respiro, ocorreu nesta sexta, com a chegada de aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) carregados com cilindros de oxigênio.

Os aviões saíram de Guarulhos (SP), e levaram, ao todo, 386 cilindros de oxigênio foram transportados, com mais de 18 toneladas.

Jornal Midiamax