Cotidiano

Saúde lança ‘desafio’ e pede que vacinados doem 1 kg de alimento para famílias carentes em MS

Com a crise causada pelo coronavírus, muitas famílias passam por dificuldades em Mato Grosso do Sul. Mesmo com a criação do programa para pagamento de R$ 200 para 100 mil famílias vulneráveis do Estado, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) decidiu lançar um ‘desafio’ para arrecadação de alimentos para as famílias carentes em MS.  […]

Mylena Rocha Publicado em 31/03/2021, às 11h27

Secretário pediu doação de 1 kg de mantimento na campanha de vacinação. (Foto: Reprodução)
Secretário pediu doação de 1 kg de mantimento na campanha de vacinação. (Foto: Reprodução) - Secretário pediu doação de 1 kg de mantimento na campanha de vacinação. (Foto: Reprodução)

Com a crise causada pelo coronavírus, muitas famílias passam por dificuldades em Mato Grosso do Sul. Mesmo com a criação do programa para pagamento de R$ 200 para 100 mil famílias vulneráveis do Estado, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) decidiu lançar um ‘desafio’ para arrecadação de alimentos para as famílias carentes em MS. 

O secretário Geraldo Resende resolveu propor o desafio nesta quarta-feira (31) durante a live da SES. Ele pediu que cada pessoa vacinada leve 1 kg de mantimento. Os alimentos servirão para ajudar famílias que enfrentam dificuldades e passam fome em Mato Grosso do Sul. 

“O Governo lançou agora um programa que vai atender 100 mil famílias, mas podemos fazer também com que cada vacinado em Mato Grosso do Sul leve 1 kg de alimento para a gente poder colocar sob a batuta da assistência social de cada município para que encaminhe  aos mais necessitados, aqueles que de fato estão passando necessidade em relação à alimentação”, disse.

Programa Mais Social

O Governo do Estado levou na terça-feira (30) à Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) projeto para criar o programa Mais Social, para pagamento de R$ 200 para 100 mil famílias vulneráveis do Estado, devido à pandemia da Covid-19. O programa se justificaria como complemento ao baixo valor das parcelas do auxílio emergencial do governo federal, reduzidas a R$ 250. Antes, o benefício era de R$ 600.

Jornal Midiamax