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Cotidiano

Prepare o bolso: escolas particulares dão início a reajuste nas mensalidades em Campo Grande

As instituições começaram o período de manutenção nos valores para as matrículas
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Os pais e responsáveis dos alunos de escolas particulares de podem preparar o bolso, pois os colégios já deram início ao período de reajuste de valores da matrícula e mensalidades para o ano letivo de 2022.

O Jornal Midiamax entrou em contato com 17 instituições da Capital, no entanto, a maioria afirma que ainda está em processo de definição dos valores ou prefere se preservar quanto à divulgação das alíquotas que nortearão o reajuste. 

Conforme a presidente do Sinepe (Sindicato das Escolas Particulares), Maria da Glória Paim Barcellos, cada escola avalia o seu reajuste. “As instituições montam, anualmente, uma planilha de gastos e os impactos que isso gera nas mensalidades”, disse. Ela explica que as escolas só podem reajustar os valores das mensalidades uma vez ao ano, portanto, valor na matrícula que estiver reajustado, será o mesmo para todo o ano letivo.

O superintendente do -MS, Marcelo Salomão, diz que, todos os anos, o órgão acompanha os reajustes, solicitando as planilhas e avaliando os reajustes. A ação de fiscalização do Procon acontece tradicionalmente em novembro. 

467% de variação

No ano passado, quando instituições reajustavam as mensalidades para o ano letivo de 2020, 57 escolas foram fiscalizadas e apresentavam variação nos preços que chegaram a ser de até 467,61% do 1° do fundamental ao 3° ano do Ensino Médio.

Comparando ao 9° ano, a diferença da mensalidade entre as unidades chegou a ser de 111,74%, já quando o levantamento que se baseava entre o 1° e o 5° ano, o maior valor registrado foi no Colégio Nota 10, de R$ 1.311,72 e a menor foi do Colégio Liceu, com mensalidade de R$ 619,50.

Já as entidades que fornecem ensino integral, do 1° ao 3° ano do ensino médio, a variação foi de 189,73% na ocasião. O valor mais caro foi do Colégio Bionatus, de R$ 3,3 mil, a mais barata de R$ 1,139 mil, do Colégio Status.

Comparando com 2019, algumas unidades reduziram o valor da mensalidade em -24,68%, para o ensino fundamental, e -9,02% no ensino médio, ambas as categorias para o período de aulas intermediárias.

Ao todo, 36 escolas sofreram acréscimo e seis reduziram os valores em comparativo com os preços atuais aos de 2019. O maior aumento do ensino fundamental foi de 15,08% e do ensino médio de 7,32%.

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