Cotidiano

Pacientes e comerciantes reclamam e prometem abaixo-assinado contra acesso fechado no HRMS

Acesso se tratava de um buraco na grade, fechado após a realização de uma reforma externa no hospital

Gabriel Neves Publicado em 10/05/2021, às 11h38

Com fim do acesso, pessoas que estão no interior do hospital passaram a pular pr cima da grade.
Com fim do acesso, pessoas que estão no interior do hospital passaram a pular pr cima da grade. - (Foto: Marcos Ermínio/Midiamax)

Comerciantes que possuem lojas no entrono do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) vão realizar um abaixo-assinado pedindo a reabertura da grade lateral do hospital que dá acesso a Rua Arquiteto Vila Nova Artigas.

Os comerciantes alegam que a reforma externa do hospital - que fechou uma abertura na grade - resultou em uma queda nas vendas. A abertura improvisada era utilizada por pacientes, acompanhantes e funcionários.

“Além da queda nas vendas, depois que fecharam o acesso as pessoas começaram a pular, são pacientes, acompanhantes, e até funcionários pulam para pegar o ônibus, não faz sentido a única saída ser em uma rua que não tem nada”, comentou a comerciantes.

Comércios localizados na Rua Arquiteto Vila Nova Artigas. (Foto: Marcos Ermínio/Midiamax)

A rua citada se trata da Avenida Ezequiel Ferreira Lima, que é lateral a um condomínio. “Aqui nós temos comércios, farmácias, loja de roupas, restaurantes, hotel, terminal de ônibus e daquele lado não tem nada”, disse a comerciante.

Como já noticiado pelo jornal Midiamax, o acesso à Rua Arquiteto Vila Nova Artigas se tratava de uma abertura na grade que foi fechada após uma reforma externa realizada no hospital, anteriormente havia uma entrada no local, fechada há anos.

A reforma que resultou no fechamento do buraco fez com que muitas pessoas passassem a pular a grade do hospital – como no vídeo abaixo - para irem até os comércios localizados na Rua Arquiteto Vila Nova Artigas. Comerciantes relatam um caso onde uma pessoa acabou sofrendo um corte na perna ao pular a grade.

Durante a conversa, realizada por telefone, teriam sido flagrados cinco pessoas pulando a grade. No local, a reportagem não flagrou o ato. O jornal Midiamax acionou a assessoria do hospital, que até a publicação desta matéria não encaminhou posicionamento, O espaço segue aberto para manifestação sobre o assunto.

Jornal Midiamax