Cotidiano

Novos projetos de investimentos para Campo Grande são tema de reunião do Codecon

Reunião será realizada na próxima semana e se aprovados, projetos podem gerar investimentos de R$ 3 milhões

Renata Barros Publicado em 21/10/2021, às 11h50

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Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal

O Codecon (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Grande) reúne-se na próxima segunda-feira (25) para analisar novos projetos de desenvolvimento para a Capital. A reunião número 187 está marcada para às 8h30, no auditório da Esplanada Ferroviária.

Quatro novos projetos serão analisados pelo Conselho para possível liberação de incentivos. Eles deram entrada na Sidagro (Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio) com base nos termos da Lei do Prodes (Programa de Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande). Se aprovados, esses projetos empresariais deverão gerar investimentos de cerca de R$ 3 milhões.

“A retomada do crescimento econômico em Campo Grande está abrindo novos horizontes e criando cenários positivos para as empresas, que continuam buscando caminhos para novos investimentos, ampliando negócios e trazendo para a Capital, expectativa crescente de fortalecimento da economia”, afirma o titular da Sidrago, Rodrigo Terra.

Nova Lei do Prodes

Desburocratizando o acesso aos benefícios, a nova Lei do Prodes abre espaço às empresas já instaladas, atraindo novos investimentos com apoio ao micro e pequeno empresário, além de continuar atendendo às médias e grandes empresas, garantindo os elementos básicos para o desenvolvimento socioeconômico de Campo Grande.

Permeando todo o processo de implantação da nova Lei, está o fato de que a Lei do Prodes deverá garantir o desenvolvimento econômico sustentável do município, suprindo as demandas atuais e garantindo as necessidades das futuras gerações com a preservação do meio ambiente.

Outra alteração na Lei diz sobre o fortalecimento do Conselho Codecon, ampliando a sua composição de 14 para 18 membros, com o propósito de conferir maior participação da sociedade nas decisões relativas ao desenvolvimento da cidade, onde serão 9 representantes do poder público e 9 do setor de empregos, sendo 3 patronais, 3 empregados e 3 gerais.

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