Cotidiano

MS tem previsão de tempo seco e sol intenso neste sábado; confira

Na capital, temperaturas podem variar entre 18°C a 31°C

Nathália Rabelo Publicado em 24/07/2021, às 07h54

Especialistas alertam sobre cuidados com a saúde devido à baixa umidade do ar
Especialistas alertam sobre cuidados com a saúde devido à baixa umidade do ar - Foto: Divulgação/Midiamax

O tempo segue firme e seco em todas as áreas de Mato Grosso do Sul neste sábado (24). O sol brilha forte entre poucas nuvens, fazendo com que as temperaturas se elevem rapidamente.  A qualidade do ar que tem atingido níveis críticos nos últimos dias, deve se manter assim neste final de semana.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a variação estimada para as regiões centro-norte, leste, centro-norte da região pantaneira e norte da região sudoeste pode ficar entre 10 e 30%. 

O dia começa com temperatura na casa dos 13°C na região norte, e a máxima pode atingir os 38°C na região pantaneira.  Na capital, hoje é dia de tempo firme com bastante sol e temperaturas entre 18°C e 31°C.

Recomendações

Especialistas recomendam a ingestão de bastante líquido, especialmente de água, umidificação de ambientes, evitar a exposição direta ao sol e a prática de atividades físicas nas horas mais quentes e secas do dia.

O tempo seco também acende o alerta para as queimadas urbanas e incêndios florestais. "A gente orienta as pessoas a não fazerem o uso do fogo. Não há autorização agora nesse período, o Estado antecipou a proibição por 180 dias. Normalmente iniciava em 1° de agosto e se estendia até outubro no Pantanal, e setembro em outras áreas, foi antecipado e já está proibido qualquer tipo de queima controlada, mesmo quem tinha autorização anterior", explica o tenente-coronel da Polícia Militar Ambiental (PMA), Edmilson Queiroz. 

Vale lembrar que além dos prejuízos ambientais, e dos riscos que a fumaça oferece à saúde, existem os prejuízos financeiros, pois a responsabilização administrativa tem uma multa que pode variar de R$ 1 mil por hectare a R$ 5 mil. A pena criminal pode chegar a 4 anos de reclusão e inclui a possibilidade de reparação do dano ambiental e a outras propriedades. 

Jornal Midiamax