Cotidiano

MS quer comprar 2 milhões de vacinas para imunizar Educação, Segurança e quilombolas

Diante da demora do governo federal no envio de mais doses da vacina contra Covid-19, Mato Grosso do Sul articula a compra com recursos próprios de 2 milhões de doses. O objetivo é adquirir os imunizantes para ampliar a vacinação no Estado para outros grupos considerados estratégicos pelo governo como trabalhadores da educação, segurança pública, […]

Gabriel Maymone Publicado em 09/02/2021, às 11h52 - Atualizado às 16h32

Secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)
Secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax) - Secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)

Diante da demora do governo federal no envio de mais doses da vacina contra Covid-19, Mato Grosso do Sul articula a compra com recursos próprios de 2 milhões de doses. O objetivo é adquirir os imunizantes para ampliar a vacinação no Estado para outros grupos considerados estratégicos pelo governo como trabalhadores da educação, segurança pública, quilombolas e ribeirinhos.

No sábado (6), o governo de MS havia confirmado o pedido para comprar 1 milhão de doses da CoronaVac do Instituto Butantan. Na segunda-feira (8), a PGE (Procuradoria-Geral do Estado) protocolou pedido junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) para obter autorização para comprar outras 1 milhão de doses da vacina russa Sputnik V. Para tanto, o Governo de MS já teria em caixa R$ 100 milhões para serem utilizados na compra de imunizantes.

“Se conseguirmos comprar 1 milhão de doses, vamos vacinar 500 mil pessoas. Então, poderemos incorporar mais idosos ou pessoas com outras comorbidades. Queremos, também, dentro do plano nacional, vacinar alguns setores que precisam agilizar como o setor da educação para uma volta segura às aulas, da segurança pública, quilombolas e ribeirinhos”, explicou o secretário estadual de saúde, Geraldo Resende.

A expectativa é que toda a população de MS seja vacinada o quanto antes. “Se conseguirmos essas doses, pode ser que até julho estejam todos vacinados. Dependendo, pode ser até antes, mas nesse ritmo atual, recebendo em pequenas doses do Ministério da Saúde, nós podemos passar mais de um ano”, pontuou Resende.

Jornal Midiamax