Cotidiano

LISTA: MS possui 14 linhagens do coronavírus, confira quais estão na sua cidade

Variante mais presente em MS, P1 é considerada a mais transmissível do coronavírus

Dândara Genelhú Publicado em 27/06/2021, às 09h15

Cepas são monitoradas pela SES, com sequenciamento genômico.
Cepas são monitoradas pela SES, com sequenciamento genômico. - Foto: Reprodução | Fiocruz.

Mutável e com diversas cepas espalhadas pelo mundo, o coronavírus já se apresenta em 14 linhagens em Mato Grosso do Sul. Pelo menos 48 municípios do Estado possuem uma ou mais linhagens do vírus.

Presente em 30% dos casos de Covid-19 confirmados em MS, a P1 é a variante mais predominante no Estado. A cepa é considerada mais transmissível e com riscos de agravamento, pois isso ocupa o posto das mais perigosas do coronavírus.

O mapeamento foi realizado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), publicado em boletim epidemiológico e atualizado na última terça-feira (22). Neste estudo, 213 amostras foram utilizadas, dos 48 municípios analisados.

Em segundo lugar, a B.1.1.28 é encontrada em 28,6% dos casos de Covid-19 confirmados no Estado. Além dessas, MS possui outras 12 linhagens do coronavírus que causam infecções nos sul-mato-grossenses.

Confira quais linhagens já estão no seu município:

  • Água Clara: B.1.1.33
  • Amambai: B.1.1.28, P.1
  • Anastácio: B.1.1.33
  • Antônio João: P.1
  • Aparecida do Taboado: P.1.2
  • Aquidauana: B.1.1.28
  • Bandeirantes: B.1.1.28
  • Bela Vista: P.1
  • Brasilândia: P.1
  • Bonito: B.1.1.28
  • Bodoquena: P.1
  • Campo Grande: P.1, P.2, B.1.1.33, B.1, B.1.1, B.1.212, N.4, B.1.1.44, B.1.1.28, P.1.2,
  • Chapadão do Sul: B.1.1.28, B.1.1.33, B.1.212
  • Coronel Sapucaia: A.2.5.2, P.2
  • Corumbá: B.1.1.33 , P.1, P.2, B.1.1.28
  • Costa Rica: P.1
  • Coxim: B.1.1.33
  • Deodápolis: P.1
  • Douradina: B.1.1.28
  • Dourados: B.1.1.28, B.1.1.33, P.2, P.1
  • Eldorado: P.1. P.2
  • Fátima do Sul: B.1.1.33, B.1.240
  • Figueirão: B.1.1.33
  • Guia Lopes da Laguna: B.1.1.28
  • Iguatemi: B.1.1.33 , P.2
  • Inocência: B.1.1.28
  • Itaporã: B.1.1.28 , P.1
  • Itaquiraí: B.1.1.28
  • Ivinhema: P.1
  • Jardim: B.1.1.28
  • Japorã: P1
  • Ladário: B.1.1.33, B.1.1.274
  • Maracaju: B.1.1.28
  • Miranda: B.1.1.28, B.1.1.33, P.2
  • Naviraí: P.1
  • Nova Alvorada do Sul: P.2, B.1.1.28
  • Nova Andradina: B.1.1.247, P.2
  • Paranaíba: B.1.1.28
  • Ponta Porã: B.1.1.28, P.2, P.1
  • Porto Murtinho: P1
  • Ribas do Rio Pardo: B.1.1.28
  • Rio Negro: B.1.1.28, B.1.1.33
  • Selvíria: B.1.1.33
  • Sete Quedas: P1
  • Sonora: B.1.1.28, B.1.1.33
  • Tacuru: B.1.1.28
  • Três Lagoas: B.1.1.28, B.1.1.33, B.1
  • Vicentina: B.1.1.33

Origem das linhagens

  • B.1.1.28: Linhagem brasileira;
  • B.1.1.33: Linhagem brasileira;
  • P.1: Linhagem brasileira surgiu em Manaus, variante descendente da linhagem B.1.1.28. Variante de preocupação, indicada por algumas pesquisas
    como altamente transmissível e maior potencial de gravidade;
  • P.2: Linhagem brasileira surgiu no Rio de Janeiro;
  • B.1.1.274: Inglaterra, Tailândia, Rússia e EUA;
  • B.1: Grande linhagem europeia cuja origem corresponde aproximadamente ao surto no norte da Itália no início de 2020;
  • B.1.1: Linhagem européia;
  • B.1.1.247: antiga B.1.1.55 linhagem do norte da Europa, Norte da África e Gâmbia;
  • B.1.212: Linhagem Sul Americana;
  • B.1.240: Surgiu nos EUA;
  • N.4: Surgiu no Chile derivada da B.1.1.33.4;
  • B.1.1.44: Reino Unido, Dinamarca, Islândia;
  • A.2.5.2: Itália, EUA, Reino Unido;
  • P.1.2: Brasil, Argentina, Países Baixos, EUA, Espanha
Jornal Midiamax