Conforme a pesquisa, Mato Grosso do Sul tem 2,6% das pessoas com rendimento de até R$ 89 mensal, mesmo percentual do Distrito Federal. Assim, o Estado está abaixo apenas de Santa Catarina (1,9%) e Rio Grande do Sul (2,4%). Do outro lado estão Maranhão (14,4%) e (12,5%).

Já na linha da pobreza do Banco Mundial, de R$ 450 mensais, são 24,1% de pessoas em MS.

Desigualdade

O chamado índice Gini — que varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima) — foi de 0,470 em Mato Grosso do Sul em 2020. Sem os programas sociais do governo, esse número (desigualdade) seria maior e estaria em 0,513.

No Brasil, por exemplo, o índice Gini ficou em 0,524. Dessa forma, MS ficou na 7ª posição como o menos desigual. O topo da lista é formado por Santa Catarina (0,412), Rondônia (0,439) e Goiás (0,445). Por outro lado, os estados com mais desigualdade são: Ceará (0,544), (0,548) e Distrito Federal (0,548).