‘Haters’ do Carnaval em MS não encontram aliados nas ruas e muita gente é a favor do evento em 2022
Várias prefeituras de MS apostam na festa como marco da retomada econômica
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Muita gente não gostou da mobilização que já acontece em várias cidades do Estado para realização do Carnaval 2022. Como noticiou o Jornal Midiamax essa semana, algumas prefeituras de Mato Grosso do Sul apostam na festa como marco da retomada da economia, tão afetada pela pandemia. Nas redes sociais, a maioria dos comentários de leitores demonstra insatisfação com a realização do Carnaval no ano que vem.
“Engraçado pra Carnaval tem dinheiro e pra saúde pública onde está a verba que vem? Sou contra o carnaval”, diz uma internauta.
“Respeito quem apoia, mas na minha singela opinião esse dinheiro gasto serviria muito melhor para a saúde… e ninguém vai morrer por ficar mais um ano sem festança né”, disse outra.
Nas ruas de Campo Grande, no entanto, apesar desta corrente de opinião encontrar adeptos, a ideia de fazer o Carnaval em 2022 não soa tão mal assim. A dona de casa Tatiana Quintana disse à reportagem que, apesar de não gostar de Carnaval, é a favor da realização do evento. “Não gosto, mas não sou contra. As coisas têm que ir voltando aos poucos, na economia e em tudo”.
Opinião muito parecida com a de Jorge Joaquim da Costa, açougueiro de 30 anos. “Não curto, mas sou a favor da volta pelo giro da economia, vai aquecer o movimento do comércio”, pontua.
Até os mais idosos, motivos de preocupação durante a pandemia por serem do grupo de risco, acham que vale a pena fazer o Carnaval. O aposentado Washington Luis, de 62 anos, diz que a festividade traz diversão e renda. “Daqui pra lá [Carnaval] vai estar bem melhor. A situação está difícil hoje em dia, pelo menos vai alavancar a economia”.
A jovem estudante Nathasha Gabriela, de 17 anos, é mais comedida e tenta ver os dois lados da moeda. “Por um lado você tem que pensar na economia, por outro o vírus não acabou. Mesmo vacinado, você pode se contaminar e contaminar outras pessoas”, pondera.
Mas tem claro, aqueles que mesmo com o argumento da economia, são contra. É o caso do casal Marlom Brando, de 27 anos, e Rosilaine Gomes, de 24 anos. Para eles, o dinheiro que será investido no Carnaval deve ser destinado a outros setores.
“Sou conta. Porque não gasta com saúde, educação? Trabalho em um hospital, tem setores que ainda estão cheios e com o Carnaval eles podem voltar a piorar”, diz Rosilaine, que é técnica em enfermagem.
Mais radical é Joselina Pereira da Silva, de 64 anos. “Sou contra, eu nunca gostei, por mim não aconteceria Carnaval nunca. Acho que não vale. Essa doença (Covid) taí”.
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