Cotidiano

Comerciantes esperam retorno gradual do movimento no Centro após fim das restrições

Lojistas avaliam que retorno à 'normalidade' acontecerá aos poucos

Gabriel Maymone e Gabriel Neves Publicado em 20/09/2021, às 09h56

Movimento no Centro continua no mesmo patamar
Movimento no Centro continua no mesmo patamar - Henrique Arakaki / Midiamax

O primeiro dia sem restrições como aferição de temperatura e limite de lotação em estabelecimentos não animou muito os comerciantes do Centro de Campo Grande. Porém, os lojistas acreditam que o movimento deve aumentar gradativamente nas próximas semanas.

Quem trabalha no comércio diz que o movimento está melhorando desde que a pandemia apresentou sinais de melhora com o avanço da vacinação. "Está melhorando aos poucos. Esse mês está fraco, mas acredito que com o tempo o movimento no Centro vai aumentar", disse a gerente de loja de utilidades, Jakeline Santana da Costa, de 26 anos.

Para Márcio Okan, 55, proprietário de uma lanchonete, o fim da aferição de temperatura e de lotação não vai causar impacto tão grande. "Mesmo retirando essas restrições as pessoas não vão sair todas de uma vez. O que dá impacto é o horário dos bancos voltando até às 16h e volta de serviços parados", avalia.

Conforme o comerciante, o movimento no estabelecimento melhorou após a volta às aulas presenciais. "Porque a criança compra e os pais deixam os filhos na escola e vêm tomar café da manhã", detalhou.

O aumento gradual do movimento também é esperado por Sabrina Costa, 24, que trabalha em um quiosque de salgadinhos. "Acho que vai continuar do jeito que está, pois já deu uma melhorada nas últimas semanas, então, vai dar uma melhoradinha", declarou a vendedora.

Fim de restrições em Campo Grande

A partir desta segunda-feira (20) está em vigor decreto que determina o fim de medidas de biossegurança contra covid como limite de público e aferição de temperatura ou exigência de distanciamento em lugares fechados na Capital. A lista inclui shoppings, bares, restaurantes, academias, festas e até escolas particulares.

No entanto, máscaras e uso de álcool para higienização ainda devem ser adotados pelos frequentadores. Os lugares deverão respeitar o limite de lotação do prédio. Ou seja: se o lugar tem capacidade para 500 pessoas, poderá receber a totalidade prevista. 

Também não será mais necessário apresentar um plano de biossegurança, mas os empresários devem obrigar os presentes a fazerem uso das máscaras e do álcool para higienização.  

Jornal Midiamax