Cotidiano

Festas e eventos em MS são liberados com até 50% do público por decreto estadual

Governo afirma que medida foi tomada com base em relatório do Prosseguir

Dândara Genelhú Publicado em 13/05/2021, às 15h36

Locais devem respeitar capacidade máxima de 50% e manter medidas de biossegurança.
Locais devem respeitar capacidade máxima de 50% e manter medidas de biossegurança. - Foto: Reprodução.

A partir de agora, festas e eventos em Mato Grosso do Sul são liberados com até 50% do público máximo do local. A medida foi tomada pelo Governo do Estado em publicação do DOE (Diário Oficial do Estado), que altera o Decreto nº 15.644, de 31 de março de 2021.

O texto publicado na última quarta-feira (12), considera o “Relatório Situacional apresentado ao Comitê Gestor do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir)” como base para tomada de decisão. Na última reunião do Prosseguir, realizada em 10 de maio, foi apontado que 32 municípios progrediram na avaliação.

Assim, o Decreto 15.667 de 12 de maio libera “eventos, reuniões e festividades em clubes, salões, centros esportivos e afins”, desde que observados três pontos definidos pelo Governo. O primeiro é a “limitação de atendimento ao público de, no máximo, 50% da sua capacidade instalada”.

Também é necessário garantir distanciamento mínimo de 1,5 metros entre cada pessoa do local. Por fim, os eventos devem manter as normas de biossegurança contra a Covid-19.

Prosseguir

O Prosseguir avalia a cada 14 dias a situação da pandemia nos municípios de MS, considerando fatores como número de novos casos registrados, mortes causadas pela Covid-19 e ocupação dos leitos. Assim, o Governo definiu no Decreto 15.644 que o toque de recolher será definido pela bandeira que cada cidade do Estado foi classificada.

Na última atualização, o Prosseguir definiu Guia Lopes da Laguna e Juti como bandeira cinza. Assim, essas duas cidades são consideradas com risco extremo de coronavírus.

Outros 32 municípios estão na bandeira vermelha, de risco elevado e 44 na bandeira laranja, de grau moderado. Apenas Nioaque foi classificado com risco tolerável e bandeira amarela.

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