Cotidiano

Dois trechos de rodovias federais seguem bloqueados por caminhoneiros em MS

Ainda não há confirmação de liberação das rodovias estaduais em MS

Mariane Chianezi Publicado em 09/09/2021, às 18h30 - Atualizado às 18h31

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Marcos Ermínio, Midiamax

As rodovias federais de Mato Grosso do Sul seguem com dois pontos de bloqueio e trechos liberados com trânsito fluindo normalmente. O Jornal Midiamax segue tentando atualizações da situação nas rodovias estaduais.

Conforme a PRF (Polícia Federal Rodoviária), os pontos liberados para o tráfego dos demais veículos seguem com equipes de policiais acompanhando a movimentação, além dos trechos bloqueados. Confira os liberados:

  • BR-262 - Três Lagoas, km 4 – PRF no local e trânsito fluindo normalmente
  • BR-163 - km 614 - São Gabriel do Oeste – PRF no local e trânsito fluindo normalmente
  • BR-163 - km 117 - Naviraí: PRF no local
  • BR-158 – km 339 – Brasilândia: PRF no local e trânsito fluindo normalmente
  • BR-158 — km 95 - Paranaíba - liberado
  • BR-163 - km 290 - Douradina: liberado

Pontos interditados:

  • BR-163 - km 38 - Eldorado: bloqueio - PRF no local
  • BR-158- km 91 – Paranaíba - bloqueio - PRF no local

Liminar 

A Justiça Federal concedeu decisão liminar determinando o desbloqueio imediato na BR-163 em MS.

Conforme a PRF, a instituição já está de posse da liminar, que determina multa de R$ 10 mil por dia, caso a BR-163 continue interditada. A multa pode ser aplicada ao CNPJ ou CPF dos organizadores. 

"Estamos solicitando, também, à Justiça Federal, liminar semelhante para as demais rodovias federais do Estado", informou a assessoria de imprensa da PRF.

Manifestações dos caminhoneiros 

Além de MS, pelo menos outros 10 estados registram pontos de bloqueios de caminhoneiros bolsonaristas: SP, RJ, BA, GO, MA, MG, PA, RS, SC e TO. Em vários pontos, os manifestantes liberam a passagem de carros pequenos e veículos de emergência.

Apesar do apoio ao presidente, os caminhoneiros continuam com os protestos mesmo após Bolsonaro gravar um áudio pedindo para que os manifestantes encerrem o movimento, pois "atrapalha a economia" e "prejudica todo mundo, em especial, os mais pobres".

Jornal Midiamax