Cotidiano

Comércio faz pedidos a Reinaldo para redução dos combustíveis e toque de recolher à meia-noite em MS

Comércio faz pedidos com Reinaldo pedido para baixar impostos sobre gasolina e restrições somente a partir de meia-noite em MS

Gabriel Maymone Publicado em 29/03/2021, às 09h34 - Atualizado às 15h25

Comerciantes foram recebidos, mas somente na quarta-feira terão posição do governo (Marcos Ermínio, Midiamax)
Comerciantes foram recebidos, mas somente na quarta-feira terão posição do governo (Marcos Ermínio, Midiamax) - Comerciantes foram recebidos, mas somente na quarta-feira terão posição do governo (Marcos Ermínio, Midiamax)

A CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Campo Grande apresentou na manhã desta segunda-feira (29), ofício com série de reivindicações ao governo de Mato Grosso do Sul. Entre os pedidos está a redução da pauta fiscal dos combustíveis, que resultará em aumento nos postos a partir do dia 1º de abril. Além disso, o grupo requer toque de recolher a partir de meia-noite e liberação de atividades. No entanto, nenhum dos líderes do executivo estadual e nem municipal voltaram atrás do decreto e reafirmaram que ele não será revisto até o dia 4 de abril.

Na reunião com representantes do comércio estiveram o secretário estadual de saúde, Geraldo Resende e o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD). Foi prometida uma reunião com os setores para a próxima quarta-feira (31) para que flexibilizações constassem em um novo decreto, mas a valer após as restrições impostas até 4 de abril.

Pedidos

Na pauta para discussão com representantes do governo estavam a redução da pauta fiscal dos combustíveis, autorizada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para aumentar o valor de referência dos combustíveis para a cobrança da alíquota do ICMS. A medida do governo de MS pode fazer com que o preço da gasolina comum, por exemplo, suba cerca de R$ 0,18.

A CDL pedia para que o valor fosse mantido o mesmo de dezembro de 2020. A liberação das atividades pelo Proseguir contempla o segmento de óticas, empresas de locação de veículos, serviços de certificação digital, academias de ginástica e musculação, berçários e escolas particulares de ensino infantil, fundamental e médio, mesmo pedido feito pelos comerciantes para funcionamento neste período decretado pelo governo e que não foi atendido.

Além disso, a CDL pedia a inclusão de motoristas de aplicativos, táxis e de transporte coletivo na prioridade da vacinação, bem como de jornalistas e advogados. Na lista de flexibilizações, os representantes do comércio pedem retorno da atividade presencial de todas as atividades, permissão para abertura de oficinas, permissão para atendimento presencial como fonoaudiólogos, fisioterapia, terapia ocupacional , clínicas e consultórios de psicologia, entre outros.

Também pediram o retorno dos eventos realizados por empresas, desde que atendam às medidas de biossegurança.

Após dia 4

Após a reunião, o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) disse que vai se reunir com a categoria e que conseguirá fazer mais flexibilizações a partir do dia 4. “Nós entendemos que a economia e a saúde andam juntas e uma pode seguir respeitando a outra. Isso não tem problema. Com cautela, vamos analisar os pedidos e ver se podemos abrir academias, escolas, bares, porque todos precisam trabalhar”, detalhou.

Jornal Midiamax