Cotidiano

Com 215mm de chuva, Aquidauana tem alagamentos e trânsito interrompido na MS-419

O município de Aquidauana, distante 137 km de Campo Grande, está em alerta após registrar 215 milímetros de chuva em 48 horas. Na quarta-feira (16), as águas invadiram a MS-419, também conhecida como Reta do Taboco, que está com acesso interrompido, além de causarem alagamentos e danificarem estradas vicinais. Conforme o coordenador da defesa civil […]

Gabriel Maymone Publicado em 17/02/2021, às 12h11 - Atualizado às 12h18

Água invadiu casas em Aquidauana. (Foto: Divulgação / Prefeitura de Aquidauana)
Água invadiu casas em Aquidauana. (Foto: Divulgação / Prefeitura de Aquidauana) - Água invadiu casas em Aquidauana. (Foto: Divulgação / Prefeitura de Aquidauana)

O município de Aquidauana, distante 137 km de Campo Grande, está em alerta após registrar 215 milímetros de chuva em 48 horas. Na quarta-feira (16), as águas invadiram a MS-419, também conhecida como Reta do Taboco, que está com acesso interrompido, além de causarem alagamentos e danificarem estradas vicinais.

Conforme o coordenador da defesa civil do município, Mario Ravaglia, o nível do Rio Aqudauana chegou, nesta quarta-feira (17) a 6,83 m, sendo que ontem marcava 5,40 m.

Até o momento, foram atendidas 10 famílias, com lonas, cestas básicas e desobstrução das saídas de água. Não há informação de desabrigados ou desalojados.

Rio Aquidauana
Nível do Rio Aquidauana subiu de 5,40m para 6,83m em poucas horas. (Foto: Divulgação / Prefeitura de Aquidauana)

Conforme nota emitida pela prefeitura, as equipes estão fazendo levantamento dos danos causados tanto na área urbana quanto rural da cidade. Há informações de áreas isolada após a estrada do Taboco ficar danificada. “A Prefeitura de Aquidauana e o Corpo de Bombeiros estão em alerta, com veículos traçados, para auxiliar no transporte na situação de urgência em saúde desses pacientes, gestantes e casos positivos de Covid-19, que por acaso possam estar em áreas de isolamento e precisem de atendimento médico”, consta na nota.

O município informou, ainda, que está preparando estudos para recuperar os danos causados, mas que precisa parar de chover para que as obras possam ser realizadas, “para que as máquinas e homens possam trabalhar e os aterros serem devidamente compactados e tubulações danificadas sejam substituídas”.

Jornal Midiamax