Cotidiano

Colaboradores voluntários combatem o Aedes aegypti em mais de 300 instituições de Campo Grande

Instituições públicas e privadas contam com voluntários para verificar possíveis criadouros do mosquito

Renata Barros Publicado em 07/10/2021, às 11h36

Cada instituição tem no mínimo dois voluntários
Cada instituição tem no mínimo dois voluntários - Foto: Reprodução/Sesau

Criado há sete anos, o Programa Intersetorial de Colaboradores Voluntários, ligado à Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), busca combater criadouros do mosquito Aedes Aegypti em diversas instituições de Campo Grande por meio da ação de colaboradores voluntários, que trabalham nesses espaços.

O chefe do Serviço de Ações Intersetoriais, Marcos Luiz de Oliveira comenta que a ideia para criar o programa é antiga e busca montar uma força tarefa de combate ao mosquito. “Desde 1994 a gente pensava em criar um programa que chamasse e emponderasse todas as instituições municipais no controle de vetores, ou seja, que tivessem dentro das suas instituições funcionários que seriam os nossos soldados, os nossos agentes”, conta Oliveira.

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Com proteção facial contra a Covid-19, voluntárias recolhem materias que podem acumular água. Foto: Reprodução/Sesau

Com o passar dos anos o programa expandiu e conquistou instituições públicas e privadas. “Temos colaboradores voluntários nas instituições públicas e privadas, municipais, estaduais e federais”, orgulha-se o chefe do serviço.

Atualmente, o programa conta com cerca de 370 instituições parceiras. “A gente faz a visita técnica nas instituições, apresenta o programa, tendo aceite, a gente oficializa isso com ofício da Coordenadoria de Controle de Vetores”, descreve Oliveira. Entre as instituições parceiras estão o Ministério da Saúde, o Conselho Regional de Farmácia, a Semed (Secretaria Municipal de Educação) e o Corpo de Bombeiros.

Mais de 2 mil voluntários integram o programa. Eles participam de treinamento semelhante ao dos agentes de saúde para verificar possíveis criadouros do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya. “Nós capacitados eles igual fazemos com os nossos agentes de saúde e damos a eles materiais para fazerem dentro da instituição uma vistoria uma ou duas vezes por semana, com olhar para os criadouros dos vetores, por exemplo, calhas, caixa d’água, cisternas, planta com água, ralos”, conclui Oliveira.

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