Cotidiano

Boa notícia: internações caem 18% em um mês e MS sai da superlotação de leitos

Maio também começa com queda nas mortes causadas por coronavírus

Dândara Genelhú Publicado em 12/05/2021, às 16h41

Apesar da diminuição de internações, é importante manter medidas contra a Covid-19.
Apesar da diminuição de internações, é importante manter medidas contra a Covid-19. - Foto: Reprodução.

Após passar pelo mês mais letal da Covid-19, Mato Grosso do Sul tem respiro de internações causadas pela doença. Em maio, foram registradas menos 18% de hospitalizações causadas pelo coronavírus no Estado.

Enquanto em 12 de abril, MS registrava 1.246 internados por causa da Covid-19, nesta quarta-feira (12) o número caiu para 1.011. No mês passado, eram 709 pessoas hospitalizadas em leitos clínicos e 537 em UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Já neste mês, são 526 pessoas internadas em leitos clínicos e 485 pacientes em UTI. Os dados são do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde), que mostra diariamente a situação de hospitalizações no Estado, causadas pela doença.

Com a queda de internações e ampliação de leitos, MS saiu da superlotação nas UTIs Covid-19. Nos últimos cinco dias, o Estado manteve cerca de 86% de lotação nas instalações.

Queda de mortes

Outro número perceptível em um mês, são as quantidades de mortes causadas pelo vírus. MS registrou em 12 dias, 482 mortos em abril. O mês foi o mais letal da pandemia, até o momento.

Já nos 12 primeiros meses de maio, são 277 vítimas fatais por causa da doença. Ou seja, houve queda de 42% nos óbitos causados pela Covid-19 nos primeiros dias do mês.

Apesar da queda dos índices, o número de ocupação nos leitos de UTI de MS ainda é alto diante da gravidade da pandemia. De acordo com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), a situação de ocupação é crítica a partir de 80% de lotação.

Mas a boa notícia é que existem vagas para novas internações de infectados pela Covid-19 com quadros graves. Então, para ajudar no enfrentamento da pandemia não deixe de usar máscaras de proteção, higienizar as mãos, manter distanciamento de outras pessoas e se vacinar, caso seja do grupo prioritário.

Jornal Midiamax