Apesar da pandemia, 4,5 mil foram empregados em Campo Grande no último trimestre de 2020

O MPT (Ministério Público do Trabalho) lançou, nesta segunda-feira (15), uma nova ferramenta de dados para acompanhar o mapa e o termômetro do mercado de trabalho no país durante a pandemia de Covid-19. Em Campo Grande, o número de pessoas empregadas foi maior do que as demissões, somando 4,5 mil empregados até o último trimestre […]
| 16/03/2021
- 12:55
Apesar da pandemia, 4,5 mil foram empregados em Campo Grande no último trimestre de 2020
Comércio de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio) - Comércio de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)

O MPT (Ministério Público do Trabalho) lançou, nesta segunda-feira (15), uma nova ferramenta de dados para acompanhar o mapa e o termômetro do mercado de trabalho no país durante a de Covid-19. Em Campo Grande, o número de pessoas empregadas foi maior do que as demissões, somando 4,5 mil empregados até o último trimestre de 2020.

Implementada no Observatório Digital de Trabalho Decente, a plataforma conta com dados atualizados do (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o 4º trimestre de 2020. Entre as informações disponíveis estão os referentes a setores e ocupações com maiores saldos positivos e negativos, números de admissões e desligamentos.

Na Capital, o saldo de desemprego e desocupação é baixo, sendo de 6,3% no ano passado, entre jovens de 16 a idosos de 64 anos, ficando entre as melhores capitais do país no mercado de trabalho. Ao total, 23,5 mil trabalhadores foram admitidos no ano com carteira assinada e 19,1 mil campo-grandenses desligados das atividades.

O setor da saúde e serviços sociais permaneceu em alta, empregando 1.770 mil pessoas no ano e desligando 1.347; na construção, foram 1.723 empregados formais, porém, 2.052 desligados; na educação 404 admissões e 637 demitidos; já no ramo de lojas e alimentação, o número de trabalhadores admitidos foi de 1.601 e 1.062 demitidos.

O mapa aponta que o segundo trimestre de 2020, período em que as medidas de isolamento e restrições foram implantadas, aconteceram as principais quedas de contratação e maior de demissões. No ramo de alojamento e alimentação, por exemplo, no 1º trimestre o salto foi de -294; em seguida -962; no 3º para -248; e só nos últimos três meses voltando ao saldo positivo com +539 trabalhadores empregados.

Conforme o Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o município tem 63,8% de empregados formais. O número de microempreendedores individuais subiu para 46.240 mil. Em contrapartida, o mapa aponta de 15,3% de jovens estavam desocupados no ano, 19%,1 entre mulheres e 12,2 entre homens.

Clique aqui para conferir os dados socioeconômicos.

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