Cotidiano

Vamos pagar com vidas nas próximas semanas, diz Resende sobre baixo isolamento em MS

Mato Grosso do Sul está em 14º lugar entre os estados do país a cumprir o isolamento social, mas o índice não é favorável como parece, segundo explicou o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende nesta sexta-feira (15). “Vamos pagar com vidas nas próximas semanas”, criticou. “Muita gente acompanha a situação, mas não dá […]

Evelin Cáceres Publicado em 15/05/2020, às 12h00 - Atualizado em 18/07/2020, às 00h34

Geraldo e Christinne, durante live (Foto: Ana Brito/Divulgação)
Geraldo e Christinne, durante live (Foto: Ana Brito/Divulgação) - Geraldo e Christinne, durante live (Foto: Ana Brito/Divulgação)

Mato Grosso do Sul está em 14º lugar entre os estados do país a cumprir o isolamento social, mas o índice não é favorável como parece, segundo explicou o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende nesta sexta-feira (15). “Vamos pagar com vidas nas próximas semanas”, criticou.

“Muita gente acompanha a situação, mas não dá ouvidos às recomendações da Saúde, de todos os países. Infelizmente tem gente que só acredita quando perde a avó, avô, esposa, marido, filho, irmão. Só quando acontece em casa”, ressaltou.

Resende disse ainda que apesar das mortes pelo coronavírus, a Civid-19, serem notícia no mundo todo, nada está convencendo as pessoas a se manterem em casa. “Estamos orientando. Não acredita, procure se informar, está nos jornais do mundo todo, não só do Brasil”, destacou.

Nesta sexta, o novo coronavírus chegou a 50% dos municípios de Mato Grosso do Sul, com 27 casos a mais em 24h e 479 ao todo e 14 mortes. Entre os casos confirmados no último dia, estão dois bebês de um ano.

Mesmo que Mato Grosso do Sul seja o Estado brasileiro com menor incidência de casos, é preciso seguir atento, mantendo distância social, lavando as mãos constantemente e usando máscaras nas ruas. Sempre que possível, é preferível ficar em casa porque cerca de 60% dos portadores do Covid-19 não tem nenhum sintoma, mas podem contaminar outras pessoas, principalmente idosos, complicando a saúde dos mais vulneráveis, que podem chegar a óbito após serem contaminados, destacou o secretário.

Jornal Midiamax