Cotidiano

Associação de escolas particulares diz que ainda é difícil alunos voltarem para sala de aula em MS

A nova associação de escolas e universidades privadas de Campo Grande está avaliando as decisões do Poder Público, porém, defendem que para acontecer o retorno das aulas nas instituições, deve ter a construção de uma calendário e plano de biossegurança. O prefeito Marquinhos Trad (PSD) divulgou hoje (12), que devem se reunir com o ministro […]

Karina Campos Publicado em 12/05/2020, às 16h44 - Atualizado em 13/05/2020, às 12h52

(Foto: Arquivo Midiamax)
(Foto: Arquivo Midiamax) - (Foto: Arquivo Midiamax)

A nova associação de escolas e universidades privadas de Campo Grande está avaliando as decisões do Poder Público, porém, defendem que para acontecer o retorno das aulas nas instituições, deve ter a construção de uma calendário e plano de biossegurança. O prefeito Marquinhos Trad (PSD) divulgou hoje (12), que devem se reunir com o ministro da Saúde, Nelson Teich, junto a governador Reinaldo Azambuja (PSDB), para definir o rumo das aulas presenciais.

Conforme o presidente da associação, Lucio Rodrigues, ainda não há nenhuma previsão para retornar; a fase é de estudo e avaliação do cenário regional. Ele ressalta que o primeiro passo será aprovar um plano de biossegurança, mas sem pressionar as escolas particulares para obrigatoriedade de aulas presenciais.

“A volta tem que ser com condições que atendam as crianças. Nenhuma escola quer se expor ao risco. O plano ainda está em construção, não é aprovando amanhã que as aulas vão retomar. O plano é para como vai retomar as aulas com segurança para as crianças, funcionários e professores”, disse.

Outro fator que deve ser considerado é a demanda de pais que não têm com quem deixar os filhos após o período de férias. Independente da data de retorno, o ideal é que a volta seja voluntária e assegurando pais que preferem deixar os filhos estudando em casa ou não. A associação está acompanhando a gestão de cidades do interior do Estado e do país que já aderiram o retorno.

“Por exemplo, São Gabriel do Oeste já retomou, mas os pais que não se sentiram seguros continuaram à distância, isso também depende de uma autorização do Poder Público, tem a ver com a quantidade de casos, parecer de epidemiologistas, e etc. Independente da data, temos que voltar de forma segura. As escolas também tem um papel social, não é apenas o educar, temos a complexidade psicossocial e nutricional também”, finaliza.

Jornal Midiamax