Cotidiano

Raio causa novo foco e equipes combatem incêndio no Pantanal de MS

Os brigadistas do PrevFogo/Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) continuam combatendo novos focos de incêndio na região da Serra do Amolar, em Corumbá, a 417 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (3). A queimada teria ressurgido após queda de um raio na região. De acordo com o analista ambiental do […]

Karina Campos Publicado em 03/11/2020, às 14h13 - Atualizado às 14h20

 Novo incêndio atinge Serra do Amolar, em Corumbá. (Foto: PrevFogo/Ibama)
Novo incêndio atinge Serra do Amolar, em Corumbá. (Foto: PrevFogo/Ibama) - Novo incêndio atinge Serra do Amolar, em Corumbá. (Foto: PrevFogo/Ibama)

Os brigadistas do PrevFogo/Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) continuam combatendo novos focos de incêndio na região da Serra do Amolar, em Corumbá, a 417 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (3). A queimada teria ressurgido após queda de um raio na região.

De acordo com o analista ambiental do instituto, Alexandre Pereira, na segunda-feira (2), oito brigadistas combatiam as novas linhas de fogo. Por conta do alastramento rápido, mais sete homens foram enviados para as ações.

“Estamos tentando controlar as novas linhas de fogo. São duas frentes de queimada, uma é reincidente do Parque Nacional Pantanal, em Mato Grosso, que acabou pulando o Rio Paraguai e atingiu novamente a região da Serra. A outra foi ocasionada por um raio”, explica.

As operações estão com número menor de militares, pois com a chuva dos dias anteriores, não haviam ressurgido os incêndios e dando fim na trégua de “descanso” a destruição no bioma pantaneiro.

O monitoramento continua sendo feito por voos de helicóptero do Ibama diariamente para reconhecer áreas e traçar estratégias de combate, e por imagens de satélite do Inpe com detecção de focos de calor (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Jornal Midiamax