Cotidiano

Nem fuxico, nem trote: Pacientes devem responder perguntas de agentes sobre coronavírus em MS

Imagine receber uma ligação com perguntas pessoais, sobre como você está se sentindo ou com quem teve contato nos últimos dias. Pode parecer suspeito e muitos pacientes acreditam que é um trote, mas trata-se de uma estratégia para identificar casos de coronavírus em Mato Grosso do Sul. Por meio do programa Rastrear, agentes têm ligado […]

Mylena Rocha Publicado em 13/11/2020, às 11h36

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil - Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Imagine receber uma ligação com perguntas pessoais, sobre como você está se sentindo ou com quem teve contato nos últimos dias. Pode parecer suspeito e muitos pacientes acreditam que é um trote, mas trata-se de uma estratégia para identificar casos de coronavírus em Mato Grosso do Sul. Por meio do programa Rastrear, agentes têm ligado para casos suspeitos ou confirmados de coronavírus e pacientes devem responder às perguntas para evitar que a doença se espalhe ainda mais no estado. 

Durante a live da SES (Secretaria de Estado de Saúde), a secretária adjunta Christine Maymone explicou que as ligações para os pacientes são importantes, mas muita gente acredita que é trote. “É importante que você entenda que não é um trote, é uma ação estratégica para quebrar cadeia de contato”, diz.

A supervisora do programa, Angélica Congro ressalta que o agente entra em contato para saber como a pessoa está, ele também pode orientar o paciente a procurar atendimento de saúde. “Não é para xeretar, são profissionais de saúde que estão preocupados. Estes profissionais perguntam como as pessoas estão e com quem tiveram contato”, diz.

“Mas, afinal, como conseguiram meu telefone?”. Esta é uma pergunta frequente entre os pacientes, mas a secretária adjunta da SES explica que na hora do exame, o paciente faz um cadastro e informa um telefone, este número fica registrado no sistema de saúde. 

O paciente confirmado ou suspeito de coronavírus deve responder às perguntas com atenção e deve passar o número de telefone das pessoas que teve contato antes dos sintomas aparecerem. Assim, os agentes de saúde entram em contato com essas pessoas por ligação ou por WhatsApp. 

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