Cotidiano

MPMS e Município descartam lockdown em Bonito, mas toque de recolher volta a vigorar

Em audiência de conciliação na tarde desta quinta-feira (19) entre o Ministério Público e a Prefeitura de Bonito foi descartada a possibilidade de lockdown no município, porém o toque de recolher volta a vigorar entre a meia noite e 5h da manhã, até o dia 18 de dezembro. A queima de fogos na Praça da […]

Mariane Chianezi Publicado em 19/11/2020, às 18h41

Foto Ilustrativa: Divulgação/ Prefeitura de Bonito
Foto Ilustrativa: Divulgação/ Prefeitura de Bonito - Foto Ilustrativa: Divulgação/ Prefeitura de Bonito

Em audiência de conciliação na tarde desta quinta-feira (19) entre o Ministério Público e a Prefeitura de Bonito foi descartada a possibilidade de lockdown no município, porém o toque de recolher volta a vigorar entre a meia noite e 5h da manhã, até o dia 18 de dezembro. A queima de fogos na Praça da Liberdade será suspensa e fica proibido o consumo de bebida alcoólica e de narguilé, caixas térmicas, coolers, isopores e similares em vias públicas.

O Município informou que vai renovar o decreto 251/2020, que tem validade até 30 de novembro. O Ministério Público será responsável por convocar as forças de segurança pública para a fiscalização das medidas anunciadas, bem como o uso obrigatório de máscaras e coibir aglomerações.

Também ficou acordado que os eventos já autorizados pela administração pública serão mantidos e os demais pedidos obedecerão o dispostos no Decreto vigente. Será realizada campanha de prevenção de combate a disseminação do coronavírus nas rádios e por meio de distribuição de máscaras e panfletos educativos.

A audiência foi mediada pela Juíza Dra. Adriana Lampert e contou com a participação de promotor Alexandre Estuque, do MPMS, Secretária de Saúde, Lívia Maria Miranda, Secretário de Turismo, Augusto Mariano e do Procurador Jurídico Edilson Junior Arruda dos Santos, representando o Município de Bonito. O prefeito eleito Josmail Rodrigues também compareceu a audiência acompanhado do advogado Rafael Rodrigues.

Jornal Midiamax