Cotidiano

Maioria dos 500 novos médicos de Campo Grande está com suspeita de coronavírus

Para enfrentar a pandemia, Campo Grande contratou mais de 500 novos profissionais da Saúde e maior parte está com suspeita de coronavírus.

Dândara Genelhú Publicado em 16/07/2020, às 14h10 - Atualizado em 17/07/2020, às 08h57

Foto: REUTERS / Ueslei Marcelino
Foto: REUTERS / Ueslei Marcelino - Foto: REUTERS / Ueslei Marcelino

Para enfrentar a pandemia do coronavírus, Campo Grande contratou mais de 500 novos profissionais da Saúde. Destes, maior parte foi afastado do trabalho devido a suspeita da Covid-19, doença causada pelo vírus.

A informação foi repassada pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD), durante transmissão ao vivo nesta quinta-feira (16). “Já trouxemos mais de 500 fora do nosso caso, hoje a maioria desses 500 estão afastados por suspeita de Covid-19”, revelou.

O fato das infecções foi revelado após o prefeito esclarecer que a instalação de novos leitos na cidade dependem também de recursos humanos. “Não é apenas comprar os respiradores, isso a gente compra, a questão é estruturar o local com recursos humanos”, afirmou.

Assim, Marquinhos explicou que para cada leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) que é comprado é preciso montar uma equipe. Esta seria formada por dois médicos intensivistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Então, com o afastamento de vários profissionais da Saúde, o prefeito admitiu que há dificuldades para novas contratações.

“Não está tendo mais material humano para cuidar dessas pessoas, a gente vai ter até condições de comprar o leito, arrumar tudo e não ter as pessoas para cuidar do paciente”. Por fim, Marquinhos informou que em Campo Grande haviam 108 leitos, este número cresceu para 241 após o começo da pandemia. Estes devem chegar a 286 leitos com as novas contratações realizadas pela Prefeitura Municipal.

Jornal Midiamax