Cotidiano

Jovem que morreu após saltar em tirolesa pode ter tido mal súbito, diz médico

Paulo Henrique da Silveira, 26 anos, que morreu após saltar de uma tirolesa dentro de um balneário na fazenda Piana, em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande, teria tido um mal súbito com suspeita de infarto fulminante, segundo o médico que ajudou no socorro. O acidente acontece na quinta-feira (2) e, segundo o médico […]

Ana Paula Chuva Publicado em 03/01/2020, às 17h39 - Atualizado às 17h45

Fazenda Piana (Reprodução)
Fazenda Piana (Reprodução) - Fazenda Piana (Reprodução)

Paulo Henrique da Silveira, 26 anos, que morreu após saltar de uma tirolesa dentro de um balneário na fazenda Piana, em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande, teria tido um mal súbito com suspeita de infarto fulminante, segundo o médico que ajudou no socorro.

O acidente acontece na quinta-feira (2) e, segundo o médico Aldo Moacir Grande Filho, o rapaz pulou na tirolesa e caiu na água, mas não voltou mais. “Tinha salva vidas em cima e dentro da água. Um deles saiu para procurar e falou sobre a profundidade de onde o rapaz pulou. Foram dois minutos até achar a vítima que já saiu da água sem vida”, destacou o médico militar e do trabalho.

Aldo estava no local a passeio e não sabia o que estava acontecendo até que foi chamado por um familiar. “Eu vi a movimentação das pessoas fiquei curioso e quando estava levantando para ir ao local uma pessoa da minha família me chamou dizendo que tinha alguém em parada cardíaca”, relatou.

O médico imediatamente foi ao local onde estava o corpo do rapaz que estava sendo atendido por um enfermeiro dois salva vida. “Eu me apresentei como médico e comecei a massagem cardíaca, que durou uns 50 minutos, mas ele já estava sem pulso. ”, informou.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros já havia sido acionada e chegou ao local com o desfibrilador. “Os populares queriam levar o rapaz para o hospital, mas eu não deixei, pois tínhamos que esperar a ambulância e o Corpo de Bombeiros já havia sido acionado”, disse Aldo.

O médico ainda relatou ao Jornal Midiamax, que os militares chegaram ao local com o desfibrilador que foi usado no rapaz por mais alguns minutos, mas que já não havia atividade cardíaca. “O bombeiro trouxe o desfibrilador. Colocamos o equipamento como uma tentativa de reanimação, mas já não havia fibrilação no coração, ou seja, ele já estava e óbito, mas para um diagnóstico definitivo precisaríamos de uma autópsia”, contou.

Segundo Aldo, a hipótese diagnóstica para o óbito do rapaz é que tenha sido um infarto fulminante no momento em que saltou na tirolesa e não afogamento, como informado, mas que a causa da morte só seria confirmada mesmo através da autópsia do corpo.

Jornal Midiamax