Cotidiano

Escolas de Campo Grande podem antecipar férias de julho, diz Marquinhos

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) disse nesta quinta-feira (23) que a Reme (Rede Municipal de Ensino) pode antecipar as férias de julho para manter a suspensão das aulas mais tempo em decorrência da pandemia do novo coronavírus. “Estamos obedecendo o calendário e as recomendações do Ministro da Educação. Muitas outras cidades e Estados […]

Evelin Cáceres Publicado em 23/04/2020, às 12h28

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, durante agenda. (Arquivo, Midiamax)
Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, durante agenda. (Arquivo, Midiamax) - Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, durante agenda. (Arquivo, Midiamax)

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) disse nesta quinta-feira (23) que a Reme (Rede Municipal de Ensino) pode antecipar as férias de julho para manter a suspensão das aulas mais tempo em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

“Estamos obedecendo o calendário e as recomendações do Ministro da Educação. Muitas outras cidades e Estados já fizeram a determinação de antecipação das férias de julho. Essa pode ser sim uma medida a ser adotada por Campo Grande”, destacou.

Nesta quarta, o prefeito havia dito que aguarda resolução do Ministério da Saúde sobre o afrouxamento da quarentena no Brasil.

De acordo com Marquinhos, há diálogo com a SED (Secretaria Estadual de Educação), mas os calendários de aula são diferentes. “As aulas retornam quando o Ministro da Educação determinar ou recomendar. Fora isso, é apenas especulação”, comentou.

A única declaração dada pelo novo ministro da Saúde após a demissão de Luiz Henrique Mandetta sobre o relaxamento do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde foi feita na última segunda-feira (20).

No mesmo dia, Bolsonaro chamou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, para uma conversa de última hora no Palácio do Planalto sobre a reabertura dos colégios militares no Distrito Federal a partir da próxima segunda-feira (27). A medida já enfrenta abaixo-assinado dos pais contra a possível decisão.

Jornal Midiamax