Cotidiano

Em três meses, barreiras sanitárias já abordaram 855 mil pessoas em estradas de MS

O Governo do Estado divulgou nesta segunda-feira (1) o balanço das operações nas 17 barreiras sanitárias instaladas em Mato Grosso do Sul. Em três meses, cerca de 855 mil pessoas foram abordadas, 426 mil veículos vistoriados e 97 casos suspeitos de coronavírus identificados. Nenhum caso positivo foi registrado. Conforme os dados apresentados pela CCS/MS (Comissão de […]

Karina Campos Publicado em 01/06/2020, às 18h08

(Foto: Divulgação Governo do Estado)
(Foto: Divulgação Governo do Estado) - (Foto: Divulgação Governo do Estado)

O Governo do Estado divulgou nesta segunda-feira (1) o balanço das operações nas 17 barreiras sanitárias instaladas em Mato Grosso do Sul. Em três meses, cerca de 855 mil pessoas foram abordadas, 426 mil veículos vistoriados e 97 casos suspeitos de coronavírus identificados. Nenhum caso positivo foi registrado.

Conforme os dados apresentados pela CCS/MS (Comissão de Controle Sanitário de Mato Grosso do Sul), a principal porta de entrada continua sendo da divisa com o estado de São Paulo. Três Lagoas e Bataguassu registraram, juntas, 383.818 pessoas que passaram pelas barreiras. Já no município de Guia Lopes da Laguna, cidade que tem registrado aumento de casos de Covid-19, a barreira sanitária recebeu reforço e foram abordadas 9.230 pessoas. A unidade de Campo Grande, em parceria com a prefeitura, registrou 17.421. E, no Aeroporto Internacional de Campo Grande, 8.866 pessoas e 82 aeronaves foram abordados.

Próximo de completar quase um milhão de abordagens, o secretário de Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), Antonio Carlos Videira ressalta que as ações contam com apoio da Polícia Militar, da Polícia Civil e o do Corpo de Bombeiros Militar, tem atuado junto com os munícipes com objetivo de enfrentar essa pandemia e superar essa dificuldade no menor espaço de tempo possível e com menor dano para população. 

“Os números do Mato Grosso do Sul traduzem esse esforço feito pelo Governo do Estado. E os secretários municipais, independente da área ser divisa ou de fronteira, têm apoiado a SES  (Secretaria de Estado de Saúde)”, finaliza. 

Jornal Midiamax