Cotidiano

Diferença de preço nos hortifruti chega a 470% em Campo Grande

Preços dos produtos em hortifrútis, segundo mostrou o levantamento do Procon/MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor), pode ter diferença de 470% entre produtos. O produto em questão é a goiaba vermelha, que no Hortifrúti Folha Verde é vendida a R$ 19,90 o quilo e no Mercado Real R$ 3,49.  Enquanto isso, o menor […]

Fábio Oruê Publicado em 18/09/2020, às 18h05

Procon fez levantamento de preços em Campo Grande.
(Foto: ilustrativa/reprodução)
Procon fez levantamento de preços em Campo Grande. (Foto: ilustrativa/reprodução) - Procon fez levantamento de preços em Campo Grande. (Foto: ilustrativa/reprodução)

Preços dos produtos em hortifrútis, segundo mostrou o levantamento do Procon/MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor), pode ter diferença de 470% entre produtos.

O produto em questão é a goiaba vermelha, que no Hortifrúti Folha Verde é vendida a R$ 19,90 o quilo e no Mercado Real R$ 3,49. 

Enquanto isso, o menor índice constatado é o da maçã nacional, com diferença de 43,78%. No Atacadão o quilo sai por R$ 6,19 e no Comper por R$ 8,90.

A equipe do Procon  fez o levantamento entre 31 de agosto a 15 de setembro. 

Durante a ação foram verificados 75 produtos em 25  estabelecimentos, dos quais estão sendo divulgados 73. A norma para a divulgação é que o produto esteja à disposição em, pelo menos, três dos locais visitados, o que não aconteceu com dois deles.

A equipe de pesquisa verificou preços de frutas, verduras e legumes, os mais consumidos pela população.

O levantamento revelou várias diferenças consideráveis. Foram registrados índices de 374,21% no caso do abacaxi do tipo Havaí, por exemplo. O produto é vendido no Mercado do Produtor por R$ 1,99 enquanto no Hortifrúti Folha Verde não sai por menos de R$ 8,90. 

A diferença de preços da manga Tommy também é sensível,  33,44%. No Assaí custa R$ 2,99 o quilo enquanto no Folha Verde, R$ 12,90. 

De acordo com os comerciantes, os preços que não vêm agradando os consumidores estão elevados por conta de fatores climáticos, como as altas temperaturas que causam perdas, e também pela alta procura.

A pesquisa completa, com todos os preços e locais, pode ser conferida aqui.

Jornal Midiamax