A do , o novo coronavírus, tem causado impactos em diversas áreas, mas principalmente na educação. Longe das salas de aula desde março, alunos da rede municipal de ainda vivem a insegurança sobre a conclusão do ano letivo. Projeto nacional, que tramita no Congresso em , prevê que o ano letivo se encerre mesmo sem o mínimo de 200 dias estudados. Na Capital, a Semed (Secretaria Municipal de Educação) estuda unir os anos letivos de 2020 e 2021.

No último dia 30 de junho, a Câmara Federal aprovou o texto base da medida provisória 934/20. No texto, as instituições de ensino básico e superior, em decorrência do vírus, ficam dispensadas de cumprir o mínimo de 200 dias letivos, desde que totalizem a carga mínima de 800 horas anuais.

O Jornal Midiamax procurou as secretarias municipal e estadual de educação para mais detalhes sobre os estudos locais para lidar com a pandemia.

A Semed informou que as 800 horas são de cumprimento obrigatório, e que a distribuição será feita com a reorganização do calendário escolar, que só será definido após o retorno das aulas presenciais.

Na mesma nota, a secretaria também fala sobre a possibilidade de unir o ano letivo de 2020 com o de 2021. Segundo o órgão, isso dependerá da data de retorno das aulas presencias, se for necessário poderá estender, mas ressalta que o calendário letivo apresenta 14 dias de atraso, que podem ser repostos ainda nesse ano, através das aulas remotas.

Quando questionada sobre a qualidade do ensino das aulas remotas, a secretaria explicou. “Dentro do plano de retorno das aulas presenciais, deverão ser contempladas diferentes ações pedagógicas, para corrigir tal situação, entre elas: Avaliação Diagnóstica, Plantão pedagógico de apoio no contraturno, possível criação do 5° tempo, entre outras ações que estão sendo estudadas”, Informou.

A SED (Secretária de Estado de Educação) também foi acionado pelo Jornal Midiamax, mas até a publicação dessa reportagem, não obtivemos retorno.