Cotidiano

Campo Grande ativa mais 10 leitos de UTI no hospital referência para coronavírus em MS

Campo Grande garantiu 10 novos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para tratamento dos pacientes no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), referência no atendimento de Covid-10 no Estado. A Prefeitura de Campo Grande aponta que a capacidade de internação dos pacientes em estado crítico mais do que dobrou desde o início […]

Mylena Rocha Publicado em 06/08/2020, às 09h56 - Atualizado às 16h16

Foto: Divulgação/PMCG
Foto: Divulgação/PMCG - Foto: Divulgação/PMCG

Campo Grande garantiu 10 novos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para tratamento dos pacientes no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), referência no atendimento de Covid-10 no Estado. A Prefeitura de Campo Grande aponta que a capacidade de internação dos pacientes em estado crítico mais do que dobrou desde o início da pandemia.

Conforme informações da Prefeitura, O número de leitos de UTI passou de 116 para 285 nos últimos quatro meses. Os novos leitos foram ativados pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado. 

A disponibilização de novos leitos de UTI assegura a assistência adequada ao paciente em estado grave e contribui para manter a estabilidade na taxa de ocupação  de leitos de UTI no município. Conforme o censo elaborado pela Divisão de Monitoramento Hospitalar da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) no final da tarde de quarta-feira (5) a ocupação global de leitos críticos no município estava em 82% . Isso significa que dos 285 leitos disponíveis 234 estavam ocupados, ou seja, 51 leitos de UTI encontravam-se vagos.

A previsão é de que até a próxima semana mais 10 leitos de UTI sejam implementados no HRMS, totalizando 111. Outros 10 leitos também estão em processo de tratativa com o Hospital Adventista do Pênfigo para serem ativados ainda este mês.

Nesta semana Mato Grosso do Sul recebeu 40 respiradores do Ministério da Saúde, que poderão ser utilizados para equipar novos leitos. As secretarias de Saúde do Estado e do Município ainda avaliam de que forma os aparelhos serão utilizados.

(com informações da Sesau)

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