Cotidiano

Apresentações de música ao vivo são suspensas por 12 dias em Campo Grande

Nesta terça-feira (07), Campo Grande adotou medidas de enfrentamento ao coronavírus mais rígidas, como a suspensão de apresentações ao vivo.

Dândara Genelhú Publicado em 07/07/2020, às 14h02 - Atualizado em 14/07/2020, às 16h35

Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa - Foto: Ilustrativa

Nesta terça-feira (07), a Prefeitura de Campo Grande adotou medidas de enfrentamento ao coronavírus mais rígidas. Entre elas, a suspensão das apresentações de música ao vivo por 12 dias.

A medida foi anunciada durante transmissão ao vivo, pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD). “Tem o decreto da suspensão da música ao vivo, seja na parte da manhã, da tarde ou da noite”.

De acordo com o prefeito, a medida foi adotada “para que a gente possa retornar a atividade cultural após esses 12 dias”. Assim, ele defendeu que “os cuidados que estamos tomando são baseados na ciência e na medicina”.

A suspensão das apresentações voz e violão já haviam sido solicitadas ao prefeito após o aumento do número de casos na cidade. A análise feita pela equipe da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana) aponta que a liberação de apresentações artísticas em locais como bares e restaurantes pode ter influenciado aglomerações e, consequentemente, o aumento de casos de coronavírus na Capital.

Novas medidas

Então, sobre as medidas novas, como a suspensão das apresentações de voz e violão e o início do toque de recolher às 20h, Marquinhos pediu calma. “Não precisem entrar em desespero, a situação sempre foi controlada pela Prefeitura Municipal de Campo Grande”.

Por fim o prefeito lembrou que, entre rede pública e privada de Campo Grande, existem 223 leitos de UTI. Desses, 161 estão ocupados. Portanto, 72% dos leitos de UTI estão ocupados. Por fim, apenas 28% estão disponíveis.

Porém, ressaltou que “isso não lhe pode servir de incentivo para descumprir regras”. Segundo o prefeito, é esperado que esses 12 dias melhorem o quadro de leitos disponíveis na Capital. “São 12 dias desses regramentos para um patamar de 50% e até as escolas poderão no mês de agosto, voltarem a sua normalidade”.

Jornal Midiamax