Cotidiano

Suspeita de árvore envenenada? Saiba onde e como denunciar

Uma árvore da espécie jatobá está morrendo e destoando completamente a paisagem verde da Avenida do Poeta, região do Parque dos Poderes, em Campo Grande. A situação passou a chamar a atenção de pessoas que frequentam o local, principalmente aos domingos e acreditam que a árvore possa ter sido envenenada. Em casos como esse, saiba […]

Vinícius Costa Publicado em 30/09/2019, às 15h34 - Atualizado às 16h17

Em meio a paisagem verde, jatobá destoa com galhos secos. (Divulgação, Leitor)
Em meio a paisagem verde, jatobá destoa com galhos secos. (Divulgação, Leitor) - Em meio a paisagem verde, jatobá destoa com galhos secos. (Divulgação, Leitor)

Uma árvore da espécie jatobá está morrendo e destoando completamente a paisagem verde da Avenida do Poeta, região do Parque dos Poderes, em Campo Grande. A situação passou a chamar a atenção de pessoas que frequentam o local, principalmente aos domingos e acreditam que a árvore possa ter sido envenenada. Em casos como esse, saiba como e onde denunciar.

“A árvore simplesmente morreu e ninguém sabe o motivo real”, disse Walter Luiz, autônomo de 56 anos que frequentava o local para tomar água de coco, assim como diversas famílias. “É um lugar muito benquisto, um lugar muito agradável”.

A suspeita de envenenamento passou a pairar sobre a cabeça das pessoas que costumam passear pelo local, quando se depararam que os outros pés de jatobás em volta da árvore passaram a ficar mais verdes e cheias e somente uma não seguiu a tradição de ficar florida.

“Todas as outras brotaram e estão saudáveis. É uma coisa bonita de ver, mas achamos uma sacanagem o que fizeram”, reafirmou Walter. O leitor não soube identificar desde quando a árvore passou a ficar com um cenário triste, mas acredita que ainda pode ser recuperada.

O secretário da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Luis Eduardo Costa explicou que sem provas é difícil identificar quem possa ter sido o autor do suposto envenenamento, mas afirmou que biólogos podem ser enviados ao local para verificar a situação.

Nestes casos, Eduardo Costa esclarece que é possível denunciar casos de maus tratos contra árvores e que as pessoas podem estar se encaminhando até o CAC (Central de Atendimento ao Cidadão) que fica na rua Marechal Cândido Mariano Rondon, 2655. Após a denúncia, é possível fazer um monitoramento ambiental e depois instaurar um inquérito para averiguação.

Jornal Midiamax