Cotidiano

(Re)Veja os Mini Docs com os ícones das Artes de MS #tbt2019

O ano de 2019 está em sua reta final, um ano intenso, cheio de reviravoltas, altos e baixos, muitos ensinamentos e aprendizados. Para os próximos anos, guardaremos o que tiramos de melhor desses dias e meses de lutas, com muita esperança nos dias que virão e no próximo ano, novinho em folha, que está prestes […]

Leandro Marques Publicado em 26/12/2019, às 12h35 - Atualizado em 27/12/2019, às 11h03

Ícones de MS para rever (fotos: Leandro Marques)
Ícones de MS para rever (fotos: Leandro Marques) - Ícones de MS para rever (fotos: Leandro Marques)

O ano de 2019 está em sua reta final, um ano intenso, cheio de reviravoltas, altos e baixos, muitos ensinamentos e aprendizados. Para os próximos anos, guardaremos o que tiramos de melhor desses dias e meses de lutas, com muita esperança nos dias que virão e no próximo ano, novinho em folha, que está prestes a nascer!

Como Jornalista, tomei a iniciativa de revisitar uma série audiovisual que produzimos para os 120 anos de Campo Grande, que marcou profundamente este ano e também a minha carreira profissional, pois tive a oportunidade de realizar um grande sonho e entrevistar alguns de nossos maiores ícones das Artes de Mato Grosso do Sul.

O resultado disso foi a concepção de 4 entrevistas históricas, onde os mestres Humberto Espíndola, Delinha, Geraldo Espíndola e Roberto Higa, contam sobre suas histórias em Campo Grande, costuradas com relatos pessoais interessantíssimos, de uma forma tão natural e agradável, que o espectador é convidado a viajar no tempo, com as melhores lembranças destes que são e fazem a nossa história.

Neste post, reunimos todos os quatro mini docs para você ver ou rever quando quiser e se deliciar com este material, onde não faltam bons motivos para dar o seu tão precioso “Play”. Os vídeos são mais longos, chegam a 17 minutos, mas não se assuste, as entrevistas estão tão leves e interessantes, que o tempo vai passar tão rápido que dá até vontade de ver mais, sério mesmo!

Delinha

Visitamos a Dama do Rasqueado em sua famosa casinha de madeira, no bairro Amambaí, em Campo Grande, lugar que foi eternizado por Délio e Delinha na música “Velha Casinha” e cenário do crescimento e desenvolvimento desta grande artista, que vive no mesmo lugar desde os 8 anos de idade. Será que esse lugar tem histórias?

Com uma personalidade encantadora, Delinha recebeu a nossa produção com muita alegria e aquela simpatia que é sua marca registrada. Como já é de costume, ela nos serviu um cafézinho feito na hora, com um segredinho no preparo que você só vai descobrir vendo o vídeo (que está imperdível, diga-se de passagem).


Geraldo Espíndola

Um dos maiores nomes da nossa música, sua arte ultrapassa fronteiras e retrata da maneira mais linda a arte sul-mato-grossense. Geraldo Espíndola é ícone, referência quando o assunto é música, composições e inspiração.  O local escolhido por ele para entrevista foi a antiga Esplanada Ferroviária, onde hoje funciona a Plataforma Cultural. O lugar que guarda boas histórias de Campo Grande, também marcou a juventude do nosso entrevistado mais que especial.

Humberto Espíndola

Era uma tarde de vento frio em Campo Grande, o céu um pouco cinza e nuvens carrancudas. Cheguei pontualmente, às 15h, à casa do nosso grande mestre das artes plásticas, Humberto Espíndola, no bairro Monte Líbano, em Campo Grande. Estava um pouco nervoso pela entrevista (minha primeira com ele!), não queria deixar escapar nenhuma pergunta e ao mesmo tempo sabia o peso que é conversar com esse artista maravilhoso.

Com um sorriso de todos os dentes ele nos recebeu, generosamente abriu as portas de sua casa e nos concedeu uma entrevista inesquecível. Quem fez a trilha sonora do encontro foram as araras e passarinhos que moram lá perto. Se prestar atenção, dá pra escutá-las cantando ao fundo em diversos momentos. Já o cheiro era de café feito na hora, preparado com maestria pelo querido Carlos Marques.


Roberto Higa

Não tem como falar da história de Campo Grande (e do Mato Grosso do Sul), sem recorrer aos registros históricos feitos pelo mestre das câmeras fotográficas, Roberto Higa. Campo-grandense nato, o Fotógrafo é apaixonado pela Cidade Morena e revela seu amor através dos anos de carreira e trabalhos prestados com o Fotojornalismo.

Muito bem humorado, Higa nos recebeu em sua casa, no bairro Coophafé, esbanjando simpatia. Ao lado da esposa Sandra, passamos uma tarde encantadora, com direito à rosquinhas e refrigerante no final. A entrevista aconteceu em sua sala, rodeado de obras de arte de artistas da terra e uma diversidade de objetos curiosos. O cenário ficou show!

Ficha Técnica
Roteiro, Pesquisa, Edição e Entrevista: Leandro Marques
Imagens: Camila Zavalo, Thauanny Maíra, Stéffany Santos
Colaboração: Pedrê

Jornal Midiamax