Cotidiano

Resultado de eleição tumultuada para conselheiros tutelares em Campo Grande sai no fim desta segunda

Começou às 8h desta segunda-feira (7) a apuração dos votos para definição dos 25 conselheiros tutelares em Campo Grande, no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de MS). A previsão é que a apuração seja concluída no fim do dia, devido ao processo ter sido manual, com urnas de lonas e cédulas de papel, em vez de […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 07/10/2019, às 08h28 - Atualizado às 13h27

Fila para votação na escola Padre Tomaz Ghirardelli em 2019 | Foto: Henrique Arakaki | Midiamax
Fila para votação na escola Padre Tomaz Ghirardelli em 2019 | Foto: Henrique Arakaki | Midiamax - Fila para votação na escola Padre Tomaz Ghirardelli em 2019 | Foto: Henrique Arakaki | Midiamax

Começou às 8h desta segunda-feira (7) a apuração dos votos para definição dos 25 conselheiros tutelares em Campo Grande, no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de MS). A previsão é que a apuração seja concluída no fim do dia, devido ao processo ter sido manual, com urnas de lonas e cédulas de papel, em vez de urnas eletrônicas.

No domingo (6), campo-grandenses puderam votar em 77 candidatos, das 8h às 17h, que exercerão mandato junto aos Conselhos Tutelares nos próximos três anos. O certame, porém, foi marcado por longas filas de espera e falta de cédulas de papel.

O CMCDA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente), que organiza o processo eleitoral, esperava que até o fim do dia 30 mil pessoas comparecessem para a votação. Porém, o número foi ultrapassado já na metade do dia, ocasionando os problemas.

A solução encontrada foi montar força-tarefa a fim de confeccionar mais cédulas e realizar a reposição. Conforme apurado pela reportagem, faltaram cédulas em vários locais de votação em Campo Grande, citando como exemplo as escolas municipais Coronel Antonino e Padre Tomaz Ghirardelli, além do colégio Paulo Freire, também ponto de votação.

Ainda na noite do domingo, a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) destacou que não integra o processo de escolha. No caso, todo o certame foi coordenado por uma empresa terceirizada, que elaborou e realizou todas as fases das eleições.

A SAS também destacou que o certame esteve sob a fiscalização do MPMS (Ministério Público Estadual) e que bancas coletores tiveram realização dop TRE-MS e da Comissão Eleitoral do CMDCA.

Jornal Midiamax