Cotidiano

Pais arrecadam dinheiro a pedido de Emei e cobram investimento em salas de aula

Pais de alunos que estudam na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Elza Francisca de Souza Maciel, no Jardim Noroeste, em Campo Grande, reclamam da falta de transparência por parte da direção da unidade, na prestação de contas após a arrecadação de uma quantia dinheiro a partir da venda de rifas durante festa junina. De […]

Cleber Rabelo Publicado em 25/09/2019, às 15h51 - Atualizado às 15h55

Foto: Arquivo, Midiamax
Foto: Arquivo, Midiamax - Foto: Arquivo, Midiamax

Pais de alunos que estudam na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Elza Francisca de Souza Maciel, no Jardim Noroeste, em Campo Grande, reclamam da falta de transparência por parte da direção da unidade, na prestação de contas após a arrecadação de uma quantia dinheiro a partir da venda de rifas durante festa junina.

De acordo com o pai de uma aluna de 4 anos, que prefere não ter o nome divulgado, no mês de junho, a Emei enviou 10 rifas para cada família. “Disseram que quem vendesse mais rifas seria a princesa da festa junina. Cada rifa custava R$ 10 e eu vendi todas as que recebi, estava lá que o dinheiro arrecadado seria para a aquisição de cortinas para as salas de aula”, informou o pai.

Após a realização da festa junina da Emei e a venda das rifas, os pais perceberam que as cortinas da sala de aula não tinham sido compradas. “Minha mulher viu que a sala da minha filha continuava quente e cobrou a diretora, ela ficou sem graça, não soube explicar onde estava o dinheiro e nenhuma nota fiscal foi apresentada”, disse.

Por nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura informou que, conforme relato da diretora da unidade, não houve rifa. “O dinheiro está depositado em conta bancária e a sua destinação vai ser discutida em evento da reunião da APM [Associação de Pais e Mestres] conforme previsto em regimento escolar”

Ainda conforme a Prefeitura, a diretora responsável pela unidade escolar disponibilizará o balancete e cópia do extrato bancário no mural da Emei.

Jornal Midiamax