Cotidiano

Ministro prorroga permanência da Força Nacional em Caarapó

A permanência de equipes da Força Nacional em Caarapó, distante 277 quilômetros de Campo Grande, foi prorrogada até fevereiro do ano que vem. A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (31). Equipes da força federal estão na cidade desde o ano de 2016, quando conflito fundiário terminou na morte de indígena. […]

Aliny Mary Dias Publicado em 31/12/2019, às 11h03 - Atualizado em 01/01/2020, às 07h58

Equipamentos eram usados em operações da Força Nacional. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Equipamentos eram usados em operações da Força Nacional. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil - Equipamentos eram usados em operações da Força Nacional. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A permanência de equipes da Força Nacional em Caarapó, distante 277 quilômetros de Campo Grande, foi prorrogada até fevereiro do ano que vem. A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (31).

Equipes da força federal estão na cidade desde o ano de 2016, quando conflito fundiário terminou na morte de indígena. Várias prorrogações ocorreram de lá para cá e esta última, assinada por Luiz Pontel, ministro substituto da Justiça e Segurança Pública vale até o dia 11 de fevereiro.

As ações são de policiamento ostensivo, na modalidade de patrulhamento motorizado, em apoio aos órgãos de segurança pública no Estado, com a finalidade de prevenir conflitos agrários por questões fundiárias em Caarapó e coibir o tráfico de drogas, contrabando, armas e munições, entre outros na região da faixa de fronteira, em caráter episódico e planejado.

Em Caarapó desde 2016, os agentes poderão ter o prazo de permanência novamente prorrogado caso seja necessário. A ida deles ao município ocorreu após o ataque e morte do Guarani-Kaiowá e agente de saúde indígena Cloudione Rodrigues Souza, de 26 anos. Além de Caarapó, a Força Nacional atua em Ponta Porã.

Em Caarapó desde 2016, os agentes poderão ter o prazo de permanência novamente prorrogado caso seja necessário. A ida deles ao município ocorreu após o ataque e morte do Guarani-Kaiowá e agente de saúde indígena Cloudione Rodrigues Souza, de 26 anos. Além de Caarapó, a Força Nacional atua em Ponta Porã.

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