Cotidiano

Falta de CAPSi em Campo Grande é questionado pelo MP-MS

A falta de Centros de Atenção Psicossocial em Campo Grande está sendo apurada pelo MP-MS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) que abriu um inquérito civil para apurar o porquê da insuficiência e também, a falta de atendimento individual de psicoterapia nas redes municipais de saúde. O órgão estadual deve receber a Sesau para […]

Vinícius Costa Publicado em 05/04/2019, às 10h31 - Atualizado às 10h32

CAPSi do Guanandi é o único para o público infanto-juvenil na Capital. (Foto: Reprodução/Google Maps)
CAPSi do Guanandi é o único para o público infanto-juvenil na Capital. (Foto: Reprodução/Google Maps) - CAPSi do Guanandi é o único para o público infanto-juvenil na Capital. (Foto: Reprodução/Google Maps)

A falta de Centros de Atenção Psicossocial em Campo Grande está sendo apurada pelo MP-MS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) que abriu um inquérito civil para apurar o porquê da insuficiência e também, a falta de atendimento individual de psicoterapia nas redes municipais de saúde.

O órgão estadual deve receber a Sesau para ouvir os esclarecimentos e entender qual o motivo para a falta dos centros e se vão ou não prosseguir com o inquérito. Na capital, existem nove centros de atenção e apoios, mas apenas um é destinado para o atendimento de crianças e adolescentes. A unidade fica na Avenida Manoel da Costa Lima e funciona 24 horas por dia.

Procurada pela reportagem, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) explicou em nota que “futuras implementações de CAPS Infanto-Juvenil estão dentro do planejamento do Plano Municipal de Saúde, entre 2018 e 2021”.

A secretaria afirma, ainda, que no cronograma de execução, uma nova unidade está sendo planejada e viabilizada. A pasta acrescenta que em 2017, foi inaugurado o primeiro CAPS Infanto-Juvenil do Centro-Oeste, que oferece oito leitos de internação, sendo quatro masculinos e quatro femininos.

Jornal Midiamax