Cotidiano

Desfile começa em Campo Grande com público que quer passar patriotismo às próximas gerações

Oportunidade de passar o patriotismo às próximas gerações. É assim que o público tradicional define a importância de participar do tradicional desfile de 7 de Setembro, que começou há pouco no Centro de Campo Grande. Com arquibancadas lotadas, a solenidade teve início com revista da tropa militar. Na sequência, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) hasteou a bandeira […]

Danúbia Burema Publicado em 07/09/2019, às 09h18 - Atualizado às 12h04

(Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)
(Henrique Arakaki, Jornal Midiamax) - (Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Oportunidade de passar o patriotismo às próximas gerações. É assim que o público tradicional define a importância de participar do tradicional desfile de 7 de Setembro, que começou há pouco no Centro de Campo Grande.

Com arquibancadas lotadas, a solenidade teve início com revista da tropa militar. Na sequência, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) hasteou a bandeira do Brasil, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) a da Capital e o comandante do CMO (Comando Militar do Oeste) a de MS. Agora, militares e integrantes da sociedade civil começam a entrar na avenida.

Desfile começa em Campo Grande com público que quer passar patriotismo às próximas gerações
Militar da reserva, Clodildo vai ao desfile todos os anos. (Henrique Arakaki, Midiamax)

O militar da reserva Clotildo Alfonso, de 64 anos, disse que comparece todo ano ao evento e considera a data importante inclusiva para repassar o costume às próximas gerações. “O desfile vai evoluindo conforme a cidade vai evoluindo também”, afirmou. Na avaliação dele, ‘não interessa partido’, o mais importante é fortalecer o patriotismo.

Com os três filhos de 9 e 5 anos e seis meses de vida, Joice Corrêa de Farias, de 37 anos, veio de Bauru (SP) pela 4ª vez consecutiva vem do interior de SP assistir ao desfile em Campo Grande.

Depois, seguirá para Miranda para visitar parentes. Segundo ela, o costume é porque em sua cidade o desfile não é como aqui. “Aqui tem o Exército, é diferente. Lá não tem isso, é muito básico”, elogiou, sobre a festa em MS. “Eu acho bonito, é lindo, eu sou apaixonada por isso”, comentou.

Pouco movimento

Fabíola Silveira, de 26 anos, foi ao Centro vender geladinhos e confessou que esperava maior público. É a primeira vez que ela decide vender alimentos no desfile e optou pela tentativa de renda extra por estar desempregada. Na avaliação dela, esse tipo de evento ajuda a fomentar a economia.

Já o ambulante Marcos Soares, de 33 anos, há tempos vende espetinhos e bebidas no evento. “Está parado ainda, vamos ver até o final”, disse. Na avaliação dele, o público gosta de festa e acaba gastando.

Jornal Midiamax