Cotidiano

Demitido por vídeo zoando desempregados nem é de Campo Grande

Paulo Roberto de Moraes, demitido nesta quarta-feira (24) após publicar um vídeo debochando de candidatos a vagas de empregos, não era funcionário da filial em Campo Grande. Ao Jornal Midiamax, a empresa confirmou que Paulo não fazia parte do quadro de funcionários da empresa localizada na Capital, mas não informou de qual ele seria. Conforme […]

Ana Paula Chuva Publicado em 24/04/2019, às 16h46 - Atualizado em 25/04/2019, às 09h58

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet - Foto: Reprodução Internet

Paulo Roberto de Moraes, demitido nesta quarta-feira (24) após publicar um vídeo debochando de candidatos a vagas de empregos, não era funcionário da filial em Campo Grande.

Ao Jornal Midiamax, a empresa confirmou que Paulo não fazia parte do quadro de funcionários da empresa localizada na Capital, mas não informou de qual ele seria. Conforme apurado, o rapaz seria residente do Mato Grosso.

Uma nota foi publicada no site da empresa, após a repercussão do vídeo de Paulo, informando sobre o desligamento do rapaz. A Avante tem filiais em Várzea Grande – Mato Grosso, Cataguases- Minas Gerais, Presidente Prudente – São Paulo, Palmas – Tocantins, além da Capital.

De acordo com as informações, ele se identificava no Facebook como coordenador-geral da referida empresa desde o ano de 2017 e também como coordenador no Instituo Efort, desde o ano de 2016.

Em nota o Instituto Efort, informou que o rapaz não fazia parte do quadro de funcionários da filial no Mato Grosso desde o dia 14 de julho de 2017, e ressaltaram que a empresa repudia o comportamento, que afirmaram ser sem ética, sem moral e sem discernimento.

No vídeo, Paulo debocha da procura pelos candidatos. Em dado momento joga os currículos para o alto, fazendo alusão aos bordões de blogueiras dizendo que iria ‘sortear um emprego’, fato que causou indignação e revolta nas redes sociais.

Vale lembrar que atualmente mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados em março, o País fechou 43 mil vagas formais de emprego, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Jornal Midiamax