Cotidiano

Campanha reúne 14,5 mil assinaturas contra aumento na tarifa da Energisa

O movimento popular “Energia Cara Não” conseguiu coletar 14.531 apoios de consumidores que se sentiram lesados pelos valores cobrados na conta de energia no começo do ano. Iniciada em 25 de janeiro, após susto generalizado nas contas de luz e Mato Grosso do Sul, a campanha correu pelas redes, conseguiu apoio de políticos e durou […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 29/03/2019, às 10h54 - Atualizado às 12h49

Procon encaminhou pedido de revisão à Aneel. (Divulgação,Aneel)
Procon encaminhou pedido de revisão à Aneel. (Divulgação,Aneel) - Procon encaminhou pedido de revisão à Aneel. (Divulgação,Aneel)

O movimento popular “Energia Cara Não” conseguiu coletar 14.531 apoios de consumidores que se sentiram lesados pelos valores cobrados na conta de energia no começo do ano.

Iniciada em 25 de janeiro, após susto generalizado nas contas de luz e Mato Grosso do Sul, a campanha correu pelas redes, conseguiu apoio de políticos e durou cerca de dois meses no período de coleta de assinaturas. Agora, as páginas assinadas deverão ser enviadas para a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

O objetivo é dar força ao pedido de “auditoria e suspensão das cobranças, bem como a garantia da manutenção do fornecimento de energia elétrica enquanto não houver resolução das cobranças e tarifas aplicadas junto aos consumidores” do Estado.

De acordo com o autor da campanha, o ex-candidato a vereador de Campo Grande Venicio Leite (PTN), ele deverá entregar a pilha de assinaturas nos próximos dias, pessoalmente, à Aneel. Segundo Leite, uma audiência com a diretoria da agência foi marcada.

“Vamos fazer isso imediatamente para que os consumidores sejam ressarcidos dos valores que pagaram a maior e para que esse problema não se repita mais em Mato Grosso do Sul”, afirmou.

Jornal Midiamax