Cotidiano

Após ‘secar’ lago no Parque das Nações, 30 caminhões vão passar o dia tirando areia

A retirada da areia do lago maior do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, começa na próxima segunda-feira (24) e a dinâmica de entrada e saída dos caminhões carregados de sedimentos preocupa. A Prefeitura ainda discute como será a logística, mas serão necessários 30 caminhões todos os dias para a retirada dos mais 135 mil […]

Mylena Rocha Publicado em 18/06/2019, às 11h16 - Atualizado às 18h12

Foto: Daiany Albuquerque
Foto: Daiany Albuquerque - Foto: Daiany Albuquerque

A retirada da areia do lago maior do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, começa na próxima segunda-feira (24) e a dinâmica de entrada e saída dos caminhões carregados de sedimentos preocupa. A Prefeitura ainda discute como será a logística, mas serão necessários 30 caminhões todos os dias para a retirada dos mais 135 mil metros de areia, em 13.500 viagens.

O superintendente da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), Mehdi Talayeh, afirma que serão 30 caminhões que entrando e saindo do Parque todos os dias, carregados de areia. A Prefeitura ainda analisa por onde os caminhões devem sair, se será pela rua Antônio Maria Coelho ou Ivan Fernandes Pereira.

Segundo o superintendente, o objetivo é de causar o menor dano possível, mas o transtorno no trânsito é quase que inevitável. Além disso, a Prefeitura estuda permitir que o caminhão transite apenas na área de grama, para que a circulação dos caminhões não estrague o asfalto do Parque das Nações. A região próxima ao lago maior será interditada pela segurança dos usuários do local.

Por enquanto, para a retirada da areia no lago menor, operam três escavadeiras e dois caminhões. Os veículos cheios de sedimentos têm saído pela avenida Mato Grosso, das 7h às 17h, e o processo de retirada da areia termina no sábado (22). Ainda segundo Talayeh, a areia considerada ‘limpa’, pode ser usada para obras da Prefeitura. O resto dos sedimentos pode ser utilizado na recuperação de áreas degradadas. “Nada será desperdiçado”, frisa.

Jornal Midiamax