Cotidiano

Após onda de furtos em Costa Rica, Sejusp promete aumentar cota de combustível da PM

A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) se comprometeu a dar uma cota maior de combustível para a Polícia Militar e Civil de Costa Rica – a 329 km de Campo Grande – para tentar minimizar a onda de furtos na cidade. A informação foi passada por um dos representantes dos empresários […]

Daiany Albuquerque Publicado em 26/07/2019, às 11h48 - Atualizado às 13h25

Empresários de Costa Rica participaram de reunião com representantes da Sejusp (Foto: Via WhatsApp)
Empresários de Costa Rica participaram de reunião com representantes da Sejusp (Foto: Via WhatsApp) - Empresários de Costa Rica participaram de reunião com representantes da Sejusp (Foto: Via WhatsApp)

A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) se comprometeu a dar uma cota maior de combustível para a Polícia Militar e Civil de Costa Rica – a 329 km de Campo Grande – para tentar minimizar a onda de furtos na cidade. A informação foi passada por um dos representantes dos empresários do município.

Em reunião entre o secretário-adjunto da Sejusp, Ary Carlos Barbosa, e representantes da comissão executiva dos empresários de Costa Rica, na tarde de quinta-feira (25), a pasta teria se comprometido com o incremento no combustível.

“Saí de lá bastante animado, quando o secretário adjunto o coronel Ary Carlos Barbosa se comprometeu aumentar a cota de combustível para que a Polícia Civil e Militar possa fazer uma ação preventiva e também dar um tempo de resposta melhor do que já vem dando. Ele também se comprometeu a colocar em condições de trabalho as viaturas que estiverem sem condições de uso, com isso saímos de lá nesta primeira conversa vitoriosos”, afirmou o empresário Miguel Marco Aurélio Dias Machado, de 39 anos.

Em matéria publicada pelo Jornal Midiamax no dia 12 de julho deste ano, os comerciantes narram a situação de insegurança em que vivem. Segundo eles, já houve noites em que foram registrados quatro furtos.

“Eles entram geralmente da meia-noite às 3h30, mas a maioria dos crimes tem ocorrido das 2h30 às 3h. Em um mês foram cerca de 20 comércios assaltados e são sempre os mesmos ladrões”, declarou o comerciante no início do mês.

A reunião de quinta-feira ocorreu após um grupo de empresários se juntar para criar a ASSECR (Associação de Segurança dos Empresários de Costa Rica de Mato Grosso do Sul), com fins de “patrocinar” o patrulhamento policial na cidade. “Todos nós estamos preocupados que essa onda de crimes migre para os bairros, atingindo mais ainda a nossa população”, afirmou Marco Aurélio.

Jornal Midiamax