Cotidiano

Com dois casos de meleca no molho de tomate, Procon diz que depende de denúncias

  Com dois casos de de corpo estranho dentro de um sachê de molho de tomate da marca Fugini em Campo Grande na última semana, o Procon-MS destaca que é preciso que o consumidor denuncie para que haja atuação do órgão. De acordo com superintendente do órgão, Marcelo Monteiro Salomão, até o momento não houve […]

Ana Paula Chuva Publicado em 18/10/2019, às 15h45 - Atualizado em 19/10/2019, às 13h34

Corpo estranho encontrado dentro da embalagem nesta quinta-feira. WhatsApp
Corpo estranho encontrado dentro da embalagem nesta quinta-feira. WhatsApp - Corpo estranho encontrado dentro da embalagem nesta quinta-feira. WhatsApp

Com dois casos de de corpo estranho dentro de um sachê de molho de tomate da marca Fugini em Campo Grande na última semana, o Procon-MS destaca que é preciso que o consumidor denuncie para que haja atuação do órgão.

De acordo com superintendente do órgão, Marcelo Monteiro Salomão, até o momento não houve nenhuma denúncia sobre os casos e isso dificulta a atuação da fiscalização.

“Nós precisamos receber as denúncias para que haja uma fiscalização, o recolhimento e uma possível autuação da fabricante. Se houver a denúncia no Procon nós vamos com a Decon verificar e periciar os produtos”, explicou.

Para formalizar a denúncia no Procon-MS, que pode ser feita através telefone 151, no WhatsApp (67) 9 9158-0888. Ou presencialmente no prédio do Procon, localizado na rua 13 de Junho 930.

Casos

No último dia 6 de outubro, uma família encontrou uma substância que parecia um pedaço de carne dentro de um sachê da marca Fugini. 

De acordo com a denúncia, o molho de tomate foi adquirido num supermercado na região do bairro Tarumã, no dia 5, em Campo Grande, e foi utilizado parcialmente no preparo do jantar da família no dia seguinte.

Já nesta quinta-feira (17), uma dona de casa se assustou ao encontrar a ‘meleca’ dentro de um sachê do molho que estaria fechado dentro do armário.

Segundo ela, o produto foi adquirido na semana anterior em um supermercado na região do bairro Coophavila II sendo aberto nesta quinta-feira para o preparo do almoço.

No momento em que despejou o conteúdo da embalagem na panela percebeu a presença do corpo estanho semelhante a um pedaço de carne.

Vale destacar que apesar de serem da mesma marca, os produtos são de lotes e validade diferentes, mas ambos dentro do prazo indicado e no caso da dona de casa Keila o produto não teria sido aberto antes.

Em ambos os casos a empresa informou que os clientes seriam ressarcidos e o possível motivo da presença do corpo estranho seria um microfuro na embalagem, invisível a olho nu, devido ao manuseio incorreto no transporte e/ou armazenamento nos pontos de distribuição, onde o produto é contaminado pelo ar do meio ambiente, e consequentemente, surge o bolor.

A fabricante ainda destacou que o produto não possui conservadores e a contaminação pode ocorrer também no armazenamento por período incorreto na geladeira, pois no verso da embalagem é informado que o consumo deve ser realizado até 2 dias após sua abertura.

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