Cotidiano

Agetran reforça sinalização nas proximidades de radares e lombadas

Para alertar os motoristas sobre a velocidade permitida na via, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) reforça a sinalização nas áreas próximas à fiscalização eletrônica, com radares e lombadas. Além das placas com o aviso do limite da velocidade, a informação é reforçada com pinturas no asfalto. O limite para velocidade nos radares […]

Mylena Rocha Publicado em 03/04/2019, às 09h45

Foto: Divulgação/Agetran
Foto: Divulgação/Agetran - Foto: Divulgação/Agetran

Para alertar os motoristas sobre a velocidade permitida na via, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) reforça a sinalização nas áreas próximas à fiscalização eletrônica, com radares e lombadas. Além das placas com o aviso do limite da velocidade, a informação é reforçada com pinturas no asfalto. O limite para velocidade nos radares é de 50 km por hora e nas lombadas é de 30 km por hora.

O presidente da Agetran, Janine Bruno, reforça que os equipamentos não são sinônimo de uma ‘indústria da multa’, mas sim, instrumentos para salvar vidas no trânsito. Nos dois primeiros meses deste ano , houve uma redução de 18% das mortes no trânsito de Campo Grande, comparando com o mesmo período de 2018. Janine afirma que a redução de óbitos nas vias está diretamente ligada ao retorno dos radares, que começaram a ser reativados no final do ano.

“O objetivo é garantir a maior transparência possível, para que o motorista seja informado sobre o limite de velocidade em que pode trafegar”, revela o presidente da Agetran. Ele lembra que depois de aferidos pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), os equipamentos começam a funcionar em caráter educativo por duas semanas, só então quem exceder na velocidade é multado.

Depois de ativados, quase 10 milhões de veículos passaram pelos radares e somente 0,14% deles foram notificados por desrespeito às regras de circulação. De acordo com levantamento da Agência de Trânsito, de 2017 para 2018, período em que os radares foram removidos da Capital, houve um aumento de aproximadamente 25% no número de óbitos no trânsito. Para a Agetran, as estatísticas comprovam a necessidade de equipamentos para reduzir a velocidade nas ruas, já que o excesso de velocidade é um dos principais riscos no trânsito. Até agora, 27 radares estão funcionando em Campo Grande.

Jornal Midiamax