Cotidiano

Agentes penitenciários anunciam paralisação por 24 horas nesta sexta-feira

Os agentes penitenciários anunciaram que vão fazer uma paralisação nas atividades na próxima sexta-feira (31) e a mobilização, para cobrar reajuste salarial inflacionário de 4,78% do Governo do Estado, deverá durar 24h. Conforme nota emitida pelo Sinsap-MS (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária), a manifestação acontecerá em frente a governadoria a partir das 1...

Mariane Chianezi Publicado em 29/05/2019, às 14h07

Para concurso da Agepen, serão consideradas idades mínima e máxima no ato da inscrição. (Divulgação)
Para concurso da Agepen, serão consideradas idades mínima e máxima no ato da inscrição. (Divulgação) - Para concurso da Agepen, serão consideradas idades mínima e máxima no ato da inscrição. (Divulgação)

Os agentes penitenciários anunciaram que vão fazer uma paralisação nas atividades na próxima sexta-feira (31) e a mobilização, para cobrar reajuste salarial inflacionário de 4,78% do Governo do Estado, deverá durar 24h.

Conforme nota emitida pelo Sinsap-MS (Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária), a manifestação acontecerá em frente a governadoria a partir das 10h e tem a intenção de chamar atenção para a valorização da categoria.

O presidente do Sinsap, André Luiz Santiago, questionou as medidas do Governo e cobrou soluções. “O Governo propaga um quadro drástico para as finanças do estado, onde alega não ter condições para conceder a reposição inflacionaria do período. Porém observa que existem muitas incoerências nesse discurso, já que o Governo aumentou o número de comissionados, e elevou o próprio salário e o dos Secretários de Estado”, declarou.

André destacou ainda que os servidores públicos dos demais poderes receberam regularmente as correções salariais, e constantemente são contemplados com uma série de benefícios, contraditórias para um momento onde impera contenção de despesas e redução de custos.

“Se existe crise, ela tem que ser partilhada com todos os servidores. A crise não pode atingir apenas os servidores do poder executivo. O pai não pode ter filhos prediletos”, pontuou Santiago.

Jornal Midiamax