Agentes comunitários voltam a protestar e pedem melhorias nos locais de trabalho

Os agentes comunitários de saúde voltaram as ruas nesta sexta-feira (1°) para reivindicar por melhoraria nas unidades básicas de saúde e postos de saúde de Campo Grande. A expectativa era que após assembleia para deliberar o ato, cerca de 400 agentes estivessem presentes no protesto na Avenida Afonso Pena. A principal reivindicação segue sendo em […]
| 01/03/2019
- 16:31
Agentes comunitários voltam a protestar e pedem melhorias nos locais de trabalho

Os agentes comunitários de saúde voltaram as ruas nesta sexta-feira (1°) para reivindicar por melhoraria nas unidades básicas de saúde e postos de saúde de Campo Grande. A expectativa era que após assembleia para deliberar o ato, cerca de 400 agentes estivessem presentes no na Avenida Afonso Pena.

A principal reivindicação segue sendo em relação aos computadores que não funcionam ou estão em mal estado de uso, a internet disponibilizada para a realização dos serviços e também a falta de papel e o uso das impressoras.

O presidente do (Sindicatos dos Servidores Municipais), Marcos Tabosa explicou que o ato serve para trazer o dinheiro que foi tirado dos agentes, segundo ele, de forma ilegal. Em referência ao incentivo, a quantia que é metade de um salário mínimo, é paga pelo Estado.

Agentes comunitários voltam a protestar e pedem melhorias nos locais de trabalho
Marcos Tabosa espera ter o dinheiro dos agentes de volta. (Foto: Vinicius Costa)

A regulamentação da Lei Estadual 4841, não foi pactuada pela prefeitura e o documento foi ocultado conforme explicou o presidente do sindicato. Ele também explica que essa pactuação deveria ser feita até ontem, o que não ocorreu. “Eles estão induzindo o agente comunitário a fraudar uma plataforma e o sindicato tem como provar que é ilegal essa prática”, afirmou.

A questão do e-agente e e-sus também tem causado dor de cabeça para os agentes. Segundo Tabosa, a prefeitura quer que as informações das plataformas sejam basicamente iguais, mas com as condições, não está rolando. “Está obrigando os agentes a digitar em casa, mas sem dar a documentação e não equipa os postos”, reclamou.

Rosimeire Simões, 39 anos e agente comunitária disse que esse ato é para tentar trazer melhorias para o setor. “Estamos procurando melhoria para nós e a gente está aqui para conseguir”, pontuou.

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