Se paralisação continuar, viaturas dos bombeiros podem ficar sem combustível em MS

A continuidade da greve dos caminhoneiros pode afetar o abastecimento das viaturas do Corpo de Bombeiros no Estado. Segundo a assessoria de comunicação dos bombeiros, por enquanto, não existe o racionamento de combustível para as viaturas, mas caso a paralisação continue, pode ocorrer a falta de gasolina para os carros. Assim como a PM, os Bombeiros […]
| 24/05/2018
- 12:36
Se paralisação continuar, viaturas dos bombeiros podem ficar sem combustível em MS

A continuidade da pode afetar o abastecimento das viaturas do Corpo de Bombeiros no Estado. Segundo a assessoria de comunicação dos bombeiros, por enquanto, não existe o racionamento de combustível para as viaturas, mas caso a paralisação continue, pode ocorrer a falta de gasolina para os carros.

Assim como a PM, os Bombeiros não têm estoque de combustível nos quarteis e não tem um posto exclusivo para abastecimento.

As viaturas são abastecidas na rede Taurus e, segundo apurou o Jornal Midiamax, já falta combustível em pelo menos seis postos da região Central da Capital.

Plano de contingência
Caso a greve continue, as primeiras viaturas a pararem serão as administrativas, de vistoria e fiscalização, e os atendimentos serão feitos só em casos gravíssimos, acionando o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para os outros atendimentos.

Segundo a Sejusp (Secretaria de Estado de Segurança Pública e Justiça) não existe racionamento para as viaturas da Polícia Militar e a situação está normal.

Bloqueios e paralisação

De acordo com o sindicato da categoria haverá bloqueios em mais 18 cidades: Sidrolândia, Maracaju, Itaporã, Dourados, Rio Brilhante, Nova Alvorada, Bataguassu, Naviraí, Mundo Novo, Paranaíba, Chapadão do Sul, Sonora, Coxim, São Gabriel, Bandeirantes, Aquidauana, Água Clara e Nova Andradina.

Na Capital já são sete pontos de bloqueios e há trechos fechados em outras 18 cidades, segundo o Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul). Os caminhoneiros pedem a adesão de outras categorias, além de ajuda com suprimentos.

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