Cotidiano

MS já vacinou 93% das crianças contra Polio e Sarampo, mas campanha continua em 16 cidades

Mato Grosso do Sul já vacinou 93% das crianças de 1 a 5 anos durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo, iniciada no dia 6 de agosto. A cobertura vacinal já superou a meta da Campanha do ano passado, quando 88% das crianças foram imunizadas.

Mylena Rocha Publicado em 04/09/2018, às 11h24

Foto: Tomaz Silva/Arquivo Agência Brasil
Foto: Tomaz Silva/Arquivo Agência Brasil - Foto: Tomaz Silva/Arquivo Agência Brasil

Mato Grosso do Sul já vacinou 93% das crianças de 1 a 5 anos durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo, iniciada no dia 6 de agosto. A cobertura vacinal já superou a Campanha do ano passado, quando 88% das crianças foram imunizadas.

A meta de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 95% de cobertura vacinal do público-alvo e 63 dos 79 municípios do estado alcançaram o objetivo. O Ministério da Saúde determinou que os municípios que não cumprissem a meta prorrogassem a Campanha de Vacinação até o dia 14 de setembro. Campo Grande e outras 15 cidades estão entre os municípios com cobertura vacinal abaixo do recomendado.

De acordo com informações da SES (Secretaria de Estado de Saúde), foram aplicadas 147 mil doses da vacina contra a Poliomielite no estado e 147 mil doses da vacina contra o Sarampo. A Capital atingiu 80,8% da meta e Dourados alcançou 94,4%.

Além de Campo Grande e Dourados, os outros municípios que prorrogaram a Campanha Nacional são: Água Clara, Anastácio, Aquidauana, Brasilândia, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Itaporã, Jaraguari, Jateí, Naviraí, Nioaque, Ponta Porã, Santa Rita do Pardo e Terenos.

Perigo das fake news

Doenças que pareciam estar sob o controle e até mesmo erradicadas no Brasil voltaram a despertar preocupação das autoridades em saúde. Para o Ministério da Saúde, por trás desse novo fenômeno estão as fake news, as notícias falsas que são frequentemente disseminadas em redes sociais e comunicadores como Facebook e WhatsApp. Sem checar a veracidade, os usuários das redes acabam compartilhando o conteúdo falso, e, consequentemente, despertando temor na população.

Jornal Midiamax